Halo 3 e o desenvolvimento de jogos
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Mais dois links relacionados com o hype do game da Microsoft:
“Halo 3″ inaugura nova era no desenvolvimento de games
O texto do IDG Now não é novidade na indústria dos games. Atualmente, uma das profissões mais cobiçadas dos jogadores é ser beta-tester de um jogo, desconhecendo a encheção de saco que é ser um: você não joga como diversão, e sim para encontrar erros de programação e erros de projeto (Game Design).
Mas sem eles, acredito que muitos games excelentes não seria tão bons assim. O jogador de fora tem uma visão diferente do jogo e com certeza vai executar funções diferentes do que o desenvolvedor faria normalmente. E se não fossem eles, os games poderiam ficar mais difíceis ou mesmo ocorrer erros graves que poderiam dar uma nota negativa e aquele projeto caríssimo ir pro ralo…
Em Halo 3 ocorreu uma fase de testes onde muitos jogadores testaram os games, para que a Bungie pudesse retocar o game e deixar ele redondo. Resultado? Um dos melhores games do ano segundo muitos sites de games.
Para os estudantes de gamedev, o primeiro texto é obrigatório! Ele mostra alguns detalhes do desenvolvimento de Halo 3. No texto fala que foi usado a engine Havok e os softwares 3D Studio Max e o Maya, dois dos softwares mais usados pela indústria dos games. Fora os outros efeitos gráficos, como High Dynamic Range (HDR) e Pre-Computed Radiance Transfer (PRT), capaz de gerar sombras e efeitos de reflexão (como um espelho) mais realistas.
Já o segundo texto é um complemento do primeiro, citando especificamente a engine Havok.
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