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CSIB - Os primeiros testes em 3D e a primeira “estratégia” de marketing

Agosto 6, 2007  
Postado em CSIB


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Hora de continuar com a biografia oficial do projeto CSIB, o projeto mais enrolado de todos os projetos que já devem ter circulado pelos sites de criação de games do país. Caso esteja vendo este post pela primeira vez, acesse a página oficial do projeto e leia os outros posts em ordem cronológica. Este post é uma continuação direta do post CSIB - Espionagem. O início de tudo!, e com isso a numeração dos capítulos continuará do post anterior. Espero que aproveite a leitura do mesmo.

3 - Meus primeiros testes com softwares 3D

Decidi dar uma pausa na biografia do projeto para citar um pouco sobre a área de 3D, e falar sobre os softwares que utilizei e porque decidi optar pelo Blender como software oficial de tudo que eu for fazer com arte digital (em 3D. Para 2D, vou usar o Gimp) .

Como citei no post anterior, eu cheguei a usar o RPG Maker durante algum tempo, e depois optei por usar softwares de modelagem 3D. Na época eu não sabia nada sobre engines gráficas e como elas funcionam. O primeiro software que testei foi o gMax, um software gratuito (mas não opensource) que era, na época, uma cópia limitada do 3D Studio Max. O maior problema do gMax era que o mesmo não renderizava imagens estáticas, e como adorava renderizar as imagens, fiquei um pouco chateado com o mesmo. Então, ao navegar pela internet, achei o fórum da Unidev e decidi postar uma pergunta sobre o assunto:

Animações no gMax

Para fins de curiosidade, o link acima foi o meu primeiro tópico (com o meu primeiro post) postado lá. E olha que eu já sou moderador e o maior flooder (usuário que posta demais) do site, com mais de 7000 mensagens totais e mais de 4000 válidas (até o fechamento deste post).

O problema é que eu não conseguiria evoluir com um software tão limitado. Hoje o gMax foi descontinuado e não tem o software para download.

Decidi testar o Maya, outro software famoso que cheguei a conhecer na revista Set (não lembro mais o número, mas a reportagem falava sobre o Final Fantasy - Spirits Within). Quando vi a marca d’água nas imagens renderizadas, desanimei também. Tudo bem que eu tinha uma versão pirata do mesmo, mas na época comecei a achar sacanagem usar um software pirata, já que como queria estudar profissionalmente (e ganhar dinheiro com o programa), eu queria trabalhar dentro da lei. E trabalhar dentro da lei significa comprar o software! Mas os softwares pagos são muito caros!

Desisti também do Maya e decidi testar o 3D Studio Max como software e baixei o trial do mesmo. Cheguei a fazer uma pequena casa (com tijolos) e vi que o mesmo renderizava e sem a marca dágua do Maya! Mas, como tudo na vida tem um lado ruim, o Max expirava depois de 30 dias, e na época eu não sabia o que era a palavra textura. Fiz cada tijolo como um bloco 3D, e fui posicionando na parede. É claro que este método não é recomendável para ninguém fazer!

Além disso, eu consegui fazer uma animação no Max! Tudo bem que hoje eu não me lembro mais como que eu fiz, mas fiquei muito feliz com o resultado, já que fazer uma animação não é fácil:

Primeira animação em 3D

Conversando com o Funkdelic, essa animação que eu fiz foi na verdade um 1/2 turn arround de um box.

Então conheci o Blender, e aí eu vi que seria O software que eu iria utilizar para modelagem 3D. A maior vantagem do mesmo é que o software é gratuito, e isso resolveria todos os meus problemas morais com relação ao uso de softwares de modelagem. E aí optei por usar este software e iniciei meus estudos com ele. Estudos que, aliás, andam parados e ainda sou um iniciante no uso da ferramenta. E desta vez eu aprendi a texturizar e criei outra casa. Apesar do telhado estar bem ruim, foi os meus primeiros testes reais com o software.

Apesar do título deste post afirmar que são os primeiros testes em 3D voltados para o CSIB, na verdade eu citei como que eu comecei os estudos em 3D (na época que eu não queria fazer este projeto). Agora vamos voltar ao CSIB em si.

4 - “Vamos torturar o Rodrigo Flausino!!!”

Depois de escolher o nome do projeto, e eu precisava começar a fazer ele. Nesse tempo, eu já participava da Unidev e tentava fazer algo com o Blender. Então comecei a esboçar o projeto mentalmente. Mas eu tava sem tempo para digitar os esboços iniciais do projeto. E aí decidi usar uma estratégia muito engraçada: como em fóruns de discussão o usuário pode postar uma assinatura, decidi colocar essa:

Em Breve, CSIB. Aguardem…

Continuei participando normalmente, postando e etc. Um belo dia, a unwinged_angel, uma mulher participante do fórum Qualquer Assunto Mesmo (hoje Off-Topic), em tom de brincadeira, postou o seguinte tópico:

Vamos torturar o rodrigo_flausino!!!

Esse era um dos objetivos da assinatura. Era atiçar a curiosidade do povo. Tudo bem que hoje eu poderia fazer uma tática igual, caso eu faça um projeto novo. Ou, em alguns posts deste blog, eu postar frases (mensagem subliminar :P) de um novo projeto pra deixar o povo com curiosidade. E também aquele tópico serviu para eu acelerar a digitação do primeiro texto relacionado ao CSIB. Mas isso ficará para o próximo texto da série.

Até o próximo post!


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