Making-of de Shadow of The Colossus

Procurando uma imagem para ilustrar um artigo sobre desenvolvimento de jogos, acabai caindo nesta página:

The Making Of “Shadow Of The Colossus”

Depois vou separar um tempinho para ler. Mas para quem curte desenvolvimento de jogos, é interessante dar uma conferida. E vou ver se encontro outros Making-ofs para postar aqui.



2ª melhor abertura de games - Metal Gear Solid 3

OK, sei que você vai achar: pô, só tem Metal Gear Solid na lista! E realmente teve, mas o Kojima sabe criar cenas de games. Talvez por ele ser formado em cinema e porquê ele pode querer causar impacto. Mas para eu ter escolhido o Metal Gear Solid 3 como cena inicial demonstra que a cena de infiltração do Snake na floresta impressiona mais do que a de Metal Gear Solid 2:

[youtube]w8j8RnqhmgU[/youtube]

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O melhor da cena é a música no final, que, apesar dela ser curtinha, carrega uma boa dose de ação. Além disso, esta cena vai servir de base para a cena de abertura do game principal do projeto CSIB (que deve sair, no mínimo, em algum dia de 2009…).

Quanto ao game em si, é aquele velha estória do Metal Gear Solid 2: eu quase não joguei o game para afirmar qualquer coisa, já que eu atiraria no escuro. Então você pode optar por ler as minhas primeiras impressões do jogo, mas eu ainda vou jogar o game decentemente!

Tá, mas e o primeiro lugar? Bom, se você for bem esperto, vai sacar na hora qual que é a melhor abertura de games na minha opinião. Amanhã vocês saberão a resposta!

3ª melhor abertura de games - Metal Gear Solid 2

Vamos à continuação da série de 5 posts com as melhores aberturas de games na minha opinião. É claro que você pode não concordar com ela, mas eu não ligo. Depois da abertura de Metal Gear Solid e Final Fantasy XII, temos a abertura de Metal Gear Solid 2, para o Playstation 2:

[youtube]FFULMEAJcxY[/youtube]

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Esse game está na minha lista de games que eu estou jogando, mas como a vida é cercada de escolhas, eu escolhi não jogar este game por enquanto, já que eu ando tendo outras ocupações gamísticas e bloguísticas (sim, admito que esta frase foi horrível!). Mas não dá pra negar que esta cena é impressionante: o Snake pulando de bungie-jump, com a música Free Falling ao fundo (sim, esse é o nome da música! Eu tenho a versão MP3 dela :P ), e caindo no navio com maestria é de impressionar a qualquer jogador que goste de games de ação. Uma entrada 100% cinematográfica!

Mas como não joguei o game decentemente, não posso falar muita coisa. Só espero que até julho do ano que vem eu já tenha terminado todos os games da série principal, já que será em julho que vou comprar o Playstation 3 e com isso adquirir o Metal Gear Solid 4.



Os games 2D mais modernos do Playstation 2

A vantagem de acessar feeds de sites internacionais é ver posts bem interessantes da área de games e que não tem relação com notícias. O deste post deve agradar quem gosta de jogos 2D:

The Best Modern 2D Games on the PS2

A lista possui nomes deste Odin Sphere até Klonoa 2 (só conhecia o primeiro da época do Playstation e ele ainda tinha um nome ridículo). E cada game da lista tem um screenshot e algumas informações básicas para que quem não conhece possa ver como que é o jogo.

[Via N4G]

Análise - God of War

Vamos a análise técnica de God of War , um dos melhores games já criados para o Playstation 2. Se você quiser, você também poderá ler as primeiras impressões e a minha análise cultural do game.

Bom, como eu falei nas primeiras impressões do mesmo, é um game de ação. E a ação é num nível que é difícil de ver nos videogames. Logo de cara já te colocam no meio de um monte de inimigos e você tem que destruir para prosseguir. E aos poucos você vai sendo familiarizado com a jogabilidade e com a mecânica de jogo.

No início da aventura Kratos tem apenas as lâminas para derrotar os inimigos, mas durante a aventura você consegue mais magias e melhorar a sua arma principal, num sistema similar ao nível de experiência dos RPGS clássicos. A cada inimigo destruído, você ganha power ups (na verdade isso lembra a alma do oponente), que vão se acumulando. Você pode gastar os seus power ups e aumentar o nível de uma das magias, deixando-a mais poderosa e com isso você também ganha movimentos extras (caso opte por evoluir as lâminas de Atenas, a arma principal do jogo).

De todas as magias eu gostava mais da de Poseidon (rei dos mares), que gera um campo magnético cheio de raios que consegue acertar praticamente todos os inimigos num raio de distância. Mas depois que vi a de Hades (surgem almas do inferno que te acompanham e vão atrás dos inimigos, destruindo-os), vi que era a mais poderosa. Mas a maior parte da aventura eu usei mais a de Poseidon.

A jogabilidade é única, mas é difícil. Tirando a parte normal do game (onde seu dedo quase é destruído de tanto apertar os botões de ataque…mas isso vai depender do seu estilo de jogar), em alguns momentos você entra num evento interativo de ataque. Você precisa apertar alguns botões que aparecem na tela, numa seqüência lógica. Isso deixa o jogo cinematográfico, mas se você erra, tem que começar tudo de novo. O problema é que em algumas ocasiões os movimentos são difíceis de serem executados (pelo menos para mim).

Graficamente, o game impressiona, mesmo sendo um game mais antigo. Alguns cenários são fantásticos, como a primeira fase, do navio, onde num determinado momento você consegue ter uma visão panorâmica do local.

O nível de dificuldade do game é incrível! Se você for jogador casual e não gostar de ver muitos game overs, este jogo não é para você. Eu devo ter levado, sem brincadeira, mais de 100 game overs no jogo. E tudo por causa de um dos inimigos: a Medusa.

Se você já conhece mitologia sabe que a Medusa consegue petrificar os seres que olham para os olhos dela. E durante a aventura, como eu sou um jogador noob, eu não desviava direito delas e na maior parte das vezes eu era petrificado. E se você não reagir, elas quebram você em vários pedaços! Só que na maior partes das vezes aparecem várias delas no campo de batalha.

E parece que os designers sabiam que o game é difícil, e se você morresse várias vezes seguidas, o game pergunta se você não quer alterar para o modo easy (apenas durante os combates). Uma vez eu mudei, e me arrependi, já que, depois que você altera, não tem jeito de você voltar ao modo original (normal, no meu caso). Aí o jeito é reiniciar o zeramento (jogar novamente deste o começo).

Outra vantagem do game é a veriedade de fases e de desafios, e isso deixa o game mais interessante (diferente do Splinter Cell, que acaba ficando na mesmice do estilo do jogo).

Já a parte sonora é um show à parte com as músicas orquestradas e que consegue aumentar a diversão do jogador, mas o problema é que as mesmas acabam se repetindo durante o jogo.

O maior defeito do jogo é não ter legendas. O Fábio Bracht já reclamou sobre isso, e concordo com ele: se tivesse legendas (ou mesmo a opção de mostrar ou não as legendas, como em Metal Gear Solid) a história seria mais fácil de entender e a imersão seria bem maior.

Por fim, é um game recomendadíssimo. Como falei na primeira parte desta análise, foi o melhor game que joguei. E como eu consegui a continuação, em breve vou postar as primeiras impressões de God of War 2.

God of War e as suas influências culturais

Vamos a primeira parte (isso mesmo, decidi dividir em duas partes!) da análise de God of War, que conseguiu ser o melhor game que já joguei em toda a minha vida (superando Splinter Cell!), apesar do mesmo ser curto e sua jogabilidade, apesar de inovadora, peca em alguns pontos. Nesta primeira parte vou falar da parte cultural envolvida no game. Na segunda, a análise técnica do game.

O maior problema que eu tenho atualmente é que a quantidade de games que eu jogo não é tão grande quanto muitos gamers por aí. Eu fiquei praticamente 4 anos (durante a minha faculdade) apenas dependendo de jogos para PC, e mesmo estes games eram raros os que eu jogava, me limitando ao primeiro Splinter Cell e aos Need For Speed Underground. Só recentemente que comecei a jogar outros games para o Playstation 2, e ainda assim não tenho tanto tempo para jogá-los.

E falar de God of War é difícil, já que são poucos os games que também me dão interesse para jogar e a legião de fãs é enorme. Quando vi que um colega meu tinha o game, pedi emprestado para ver. Ora, todo mundo fala bem do jogo e eu precisaria jogar o mesmo. Fora que o tema mitologia grega me cativa já que é a mitologia mais pop de todas as existentes. Ela consegue cativar já que é a melhor explicação divina para os fenômenos naturais, fora que deixar os deuses com pensamentos humanos e suscetível às reações mortais, como raiva, amor, ódio, que acabam cativando as pessoas.

Eu sempre gostei de mitologia grega. Também já gostei um pouco da egípcia e a nórdica. Talvez por causa da série do Hércules (aquela antiga, que passava no SBT) ou mesmo por causa dos jogos da série Tomb Raider, que me fizeram gostar não apenas de mitologia, mas de história antiga. Eu mesmo quase fiz curso superior de história para virar arqueólogo, mas optei por sistemas de informação e vi que foi a melhor decisão que tomei (na época, já que se eu soubesse que criação de games fosse possível eu teria feito outro curso).

God of War me fez voltar a ver os temas mitológicos. Acredito que a maioria dos gamers gostam de fantasiar. Gostam de ler livros ou mesmo ter contato com fantasia, para escapar do mundo real e conseguir vivenciar, mentalmente, um mundo onde a gente não poderia se preocupar com tecnologias atuais.

Mas eu gosto de tecnologias! Mas também quem gosta desse tema gostaria de viver num mundo mágico. Ora, apesar dos riscos, eu adoraria enfrentar um monstro qualquer, desferir algumas magias e conseguir ter um amor épico e viver uma vida cheia de aventuras!

O game também mostra um tema que acredito ser pertinente ao mundo atual: desafiar algo mais forte em busca de um objetivo. No game, você, mesmo com as suas limitações físicas, você decide desafiar Ares, o deus da guerra. Imortal, imponente… e com uma altura muito maior do que a sua! Kratos lembra bem o Hércules, o semi-humano que, de vez em quando, desafia alguns deuses para conseguir terminar os seus objetivos e ter uma vida quase normal.

Fora o tema superação (também citado no parágrafo acima), já que durante a sua aventura Kratos consegue superar as suas limitações com a ajuda dos deuses para terminar a sua cruzada pessoal pelas fases.

Uma coisa eu concordo com o Dori Prata. Videogame é sim uma forma de arte. God of War foi um dos games que mostram isso a cada instante. Por isso que a EGM deste mês (capa de Halo 3) classificou o game como sendo o melhor game do Playstation 2, numa lista com os 50 melhores games para o console.

Lista de games que estou jogando e irei jogar

Uma coisa interessante que li no Porra, Man!, foi que o Márcio criou uma lista de filmes na qual ele pensa em assistir e cria posts com análises dos filmes (mas ele poderia colocar os links das análises na listagem). Depois ele vai riscando a lista. Decidi fazer o mesmo com os games, e por enquanto tem apenas games para o Playstation 2 e para PC, mas os de PC a lista tem jogos que ainda não foram lançados. Confira:

Games - Análises e Primeiras Impressões

E enquanto eu for jogando os games, eu vou substituir os games pelos posts Primeiras Impressões e depois colocarei links de análises nesta página.

Nesta semana vai sair a primeira análise de um game para o Playstation 2. Eu terminei o game hoje, ás 17h30. E por incrível que pareça, é um game que eu quase não cito aqui no blog, e só falei dele uma vez. Se alguém quiser chutar o nome do game, vou dar apenas uma pista: ele teve continuação que saiu este ano, também para o Playstation 2, e é considerado um dos melhores games de ação do ano.

Primeiras impressões - Shadow Of The Colossus

Fato 1 - Eu não tenho mais tanto tempo quanto antigamente. Saio de casa às 7 da manhã e só volto às 6 e meia da tarde. Uso o PC para fins pessoais à partir das 20 horas durante a semana, o que me dá poucas horas para escolher um dos meus afazeres normais: ler o Google Reader, postar aqui um post qualquer, visitar e postar na Unidev, estudar ou jogar um game. Hoje fiz de tudo um pouco, mas isso é o de menos.

Fato 2 - Eu não consigo terminar nenhum game, e já tenho mais de 5 pendentes para o Playstation 2. Os únicos que estão mais perto de serem concluídos é Splinter Cell - Chaos Theory e Final Fantasy XII (apesar de que tenho no mínimo 20 níveis para evoluir para pensar em desafiar os inimigos mais poderosos do jogo. Um deles foi derrotado, e com muito custo).

Fato 3 - Consegui jogar um pouco mais uma obra-prima do mundo dos games. Bom, pelas análises que eu andei lendo algum tempo atrás, Shadow of The Colossus é um dos games mais originais que foram desenvolvidos. E olha que nesta área, é raro ter games com certa originalidade, já que a maioria segue fórmulas consagradas ou são continuações de outros games (como o Splinter Cell citado acima).

Bom, como é um post do tipo Primeiras Impressões, que dizer que você poderá ler sem medo (mas caso queira descobrir o básico do game jogando o mesmo, pare de ler este post), já que um post assim quase não tem spoilers.

Primeiro que ao ligar o game, já é jogado na sua mente, sem cerimônias, uma cena com uma das trilhas mais incríveis que já ouvi no mundo dos games. Apesar da cinemática da pré-abertura não ser tão boa (prefiro as da série Metal Gear Solid, mas tem outras também!), a trilha já te dá um pouco de imersão.

A história do game é simples, e vou usar um trecho presente na análise do game no UOL Jogos:

O game começa com o protagonista Wander chegando a cavalo, junto com uma garota, aparentemente morta (”Ela foi sacrificada”, diz o protagonista), a um misterioso templo. Ao que indica, ele quer trazê-la à vida e imagina que esse lugar tenha esse poder. Uma voz vinda sabe lá de onde, diz ser uma entidade chamada de Dormin e que talvez isso seja possível, mas que será preciso matar os Colossi, gigantes habitantes dessa terra que os vivos não deveriam entrar.

Os gráficos do game não são tão bons quanto o de outros games como Final Fantasy XII, mas os cenários dão um show à parte, principalmente no tamanho. E acredite: eles são enormes! A liberdade que você tem ao andar pelo cenário é imensa! Nessa parte os desenvolvedores capricharam!

A jogabilidade do game é um pouco difícil no início, e a câmera não te ajuda em certos momentos. Principalmente no momento Tomb Raider do jogo (mais detalhes abaixo). Já controlar Agro (o cavalo) também é um pouco difícil, mas é uma jogabilidade realista. E para conseguir navegar pelo mundo, você terá de usar o cavalo, já que, por ter um mundo gigantesco, cavalgar é mais rápido do que andar a pé. Até lembrei agora do cavalo Scadufax, o cavalo de Gandalf, o Cinzento, personagem da história O Senhor dos Anéis.

O momento Tomb Raider é um local onde você tem de escalar um pequeno penhasco (???), onde você tem alguns obstáculos como plataformas para você saltar (similar à série de games estrelado pela Lara Croft). Depois que você escala o mesmo, você encontra o primeiro colossi.

Menos de 5 minutos. Foi o tempo que eu consegui aguentar para tentar enfrentar o primeiro colossi. Apesar de já ter lido parte da estratégia para derrotar este primeiro colossi, isso não quer dizer que será fácil. Aliás, a graça deste jogo será como que você vai descobrir o modus-operandi para derrotar um inimigo com uns 10 metros de altura :P E olha que são 16!

Os efeitos sonoros, pelo que percebi, são bons, mas é na trilha sonora que o game dá um show à parte, principalmente na hora de enfrentar os colossi.

E caso você seja do tipo “passou a cena de abertura, vou salvar o game para garantir”, logo depois que você sair do templo gigante, ande (na verdade cavalgue!) à nordeste até chegar numa floresta escura, que lá tem um bloco estilo maia onde você poderá salvar o jogo.

Por fim, é um game altamente recomendado, e que vai me garantir boas horas de diversão (mesmo eu jogando pouco o Playstation 2), e caso você tenha o console da Sony, não deixe de pelo menos jogar um pouco este game. Vale a pena!

Splinter Cell - Chaos Theory: Os tipos de objetivos nas missões

Logo do jogo Splinter Cell. Chaos TheoryAlguns dias atrás postei o texto A questão dos detonados e dos enredos dos games, que, inicialmente, eram como introdução de um post com uma dica para o Splinter Cell - Chaos Theory, o único game que estou jogando atualmente (parei todos os outros para me dedicar a apenas um game. E devo terminar de jogar o mesmo até o final do mês), mas o post se desvirtuou e vou deixar esta dica (sobre um tal de Dvorak) para outro post.

Uma coisa que gostei muito em Chaos Theory é ele não ser tão linear nas missões, diferente do primeiro game. O jogo te dá algumas rotas e cabe ao jogador escolher uma delas e ir jogando, cumprindo os objetivos durante este caminho.

Os objetivos do game são divididos em 3: Primary, Secondary e Opportunity. O primeiro, como o nome diz, são os objetivos primários, ou objetivos essenciais para a missão. Só depois que você os cumpre (não importando a ordem do mesmo) é que é aberto o objetivo final, que sempre é Vá para o local X para extração e termine a missão :P .

O Secondary (objetivo secundário) e o Opportunity (objetivo oportuno, ou seja, você aproveita uma oportunidade) são objetivos secundários, e não é obrigatório o jogador completar os mesmos, mas se o jogador deixa eles de lado, quando ele terminar a missão (e aparece as estatísticas dela), a sua nota cai (Sucess Rating). A diferença entre eles é que nos objetivos do tipo Opportunity você tem que executar várias tarefas (muitas vezes parecida) para completar o mesmo. Por exemplo: sabotar x câmeras que estão no local. E só depois que você completa tudo, o objetivo Opportunity é completado. Normalmente, quando você completa o mesmo, um dos seus auxiliares avisa que você tem que sabotar mais câmeras.

O problema é que quando eu jogava, eu só me dava conta desses objetivos quando eu completava parte de um objetivo Opportunity na sorte, já que eu não acessava o menu de objetivos (que lista os mesmos), e quando acessava, eu não olhava as outras páginas e só lia os objetivos primários da missão. Além disso, o mapa 3D (que mostra as localizações dos objetivos) apenas lista os principais. É até interessante não listar os outros, já que isso aumenta a dificuldade do jogo, mas muitos objetivos secundários são praticamente impossíveis de se executar, já que o game não dá pistas sobre esses objetivos (ou o que você tem de fazer para completar os mesmos). Aí não tem jeito: é acessar a internet e procurar dicas do jogo, para completar a missão com todos os objetivos completos.

Quais são os melhores games que você já jogou?

Primeira pesquisa de opinião para este blog. Tudo bem que tem um sistema de enquetes, mas para alguns casos ela é ineficaz. E para começar, vou postar uma pergunta difícil: Quais os melhores games que você já jogou? Eu vou postar 10 deles, mas você não precisa postar (ou continuar o meme em outro blog) 10 games. Pode postar 1, 5, 15… E poste, se quiser, o porquê de achar estes games os melhores. É claro que cada um tem a sua opinião e muitos com certeza vão discordar de mim, mas isso é normal!

E desculpem a demora em postar. Demorei para conseguir achar imagens satisfatórias, principalmente dos games mais antigos. Nos títulos tem o nome do jogo e a plataforma que usei para jogar (se joguei o game num console ou no PC, por exemplo).

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