E vamos para mais um post estilo Primeiras Impressões, onde eu faço uma análise conceitual de um game. Diferente de uma análise completa (que possui detalhes de gráficos, jogabilidade, e outros, mas avaliando o game como um todo), nesse caso eu adquiro um jogo e analiso as primeiras horas que joguei ele. Ontem adquiri Resident Evil Code Veronica X e Splinter Cell - Chaos Theory, os dois para o Playstation 2. Como eu sou fã do Sam Fisher
, decidi jogar primeiro o Splinter Cell.
Brincadeiras a parte, ao analisar a cena inicial (uma cena não-interativa onde mostra algumas cenas do jogo), descobri que o as novidades de Double Agent não eram tão novas assim. Alguns métodos de pegar os oponentes, como pegar um cara perto de uma marquise e jogar para o “andar de baixo” (tentando explicar melhor, se você está dependurado no dado de fora de uma marquise, você consegue pegar o cara e jogar edifício abaixo) já tinha em Chaos Theory. Eu tenho de tomar mais cuidado com as minhas análises de games, para não dizer bobagens sem comprovação técnica aqui no blog.
Comecei a jogar o game e nos menus iniciais tinha a opção Training Videos, que mostravam vídeos com detalhes da jogabilidade (ao lado tem uma imagem do modo de vídeos, mas para o XBox). Assisti o primeiro, mas não tive paciência em ver os outros. Queria logo jogar o game, e isso serve de lição para desenvolvedores: o jogador não tem paciência. Despeje logo o game para ele ir jogando, e durante a primeira fase, ensine ao jogador os detalhes da jogabilidade. Nesse quesito o primeiro Splinter Cell é bom, já que nele a primeira missão serve de treinamento para os comandos. Fora que eu estava prestando atenção no vídeo do que no controle do PS2 que mostrava os comandos.
E a jogabilidade do jogo é importante nesse estilo de game. Diferente de um RPG como Final Fantasy XII, onde a jogabilidade não é tão importante, em Splinter Cell se você apertar um botão errado na hora errada você perde. E um dos botões do game (que não vi em Double Agent) é o L2, que serve para assobiar. Sinceramente deveria ter colocado outra função no botão, já que, durante o jogo, eu sempre acabo apertando sem querer este botão do controle. E posso me ferrar se assobiar sem querer perto de um oponente.
Já os outros comandos básicos eu acabei pegando o jeito já que eu estava jogando Double Agent já faz algum tempo (mesmo não passando da primeira missão), e já serviu de treinamento para a jogabilidade. Agora vou parar de jogar Double Agent e terminar o Chaos Theory, para depois seguir com o Double Agent. Pode parecer estranho eu ter comprado o Double Agent antes, mas era o único que tinha na época.
Graficamente o game é bom, mas tem ocasiões onde você consegue ver a arcada dentária do personagem (quando você aproxima demais a câmera do rosto dele). Podem achar isso bizarro, mas dá para ver a textura inteira, e acaba sendo até um pouco assustador, mas a Ubisoft poderia ter colocado uma barreira invisível para o jogador não ver. Só espero que as novas versões do game, para os consoles atuais, tenham os gráficos melhorados e que não seja possível eu ver isso.
Para quem gosta de espionagem, o game é recomendado. Para os fãs, é mergulhar de novo no mundo da Third Echelon (a agência para onde o Sam trabalha) e enfrentar missões onde a paciência e a inteligência são usados à exaustão, já que a precisão é a chave para a diversão!