Syphon Filter para o Playstation 3!!!

Finalmente uma notícia para alegrar a semana (é um rumor, mas nunca se sabe):

PS3 - Syphon Filter, Resistence 2 e novo Far Cry?

Espero que o game tenha a mesma qualidade dos games da série para o Playstation. Mas como só tivemos um anúncio, em breve deve sair outras informações sobre o jogo.

Quanto ao game, foi uma das melhores séries que já joguei no Playstation. Para quem não conhece, é um game de espionagem em terceira pessoa, bem parecido com o Splinter Cell e que terá alguns elementos do jogo sendo copiados para o CSIB.

O game vai sair em algum dia de 2009.



Prmeiro trailer da 7ª temporada de 24 Horas

OK, este post foge completamente do assunto deste blog, mas como gosto de espionagem e de séries que trazem heróis (ou anti-heróis) contra terroristas, tive de comentar aqui (fora que eu to tentando criar um game de espionagem :P ). E 24 Horas é, para mim, a melhor série da TV americana (em segundo lugar vem Prison Break, mas isso é assunto para outro post):

Assista ao trailer da 7ª temporada de 24 Horas!

Os caras apelaram de vez! O vilão, gente, o vilão! Eles devem ter surpreendido todo mundo com o vilão. E não leia os comentários do Youtube antes de ver o trailer!

Se você gosta de 24 Horas e assistiu as temporadas anteriores, assista! É um trailer de arrepiar! E vamos ver se esta temporada será melhor do que a anterior!

Voltemos à programação normal!

Meme - Qual a melhor série de games que você curte?

Visitando meus feeds, vi no blog No Controle um post interessante: Volta às férias. Tirando a parte que o autor afirma que saiu do curso de Computação, ele fez uma pergunta boa: qual é a melhor série de games que você gosta? Então decidi responder por aqui (eu respondi lá no blog dele, mas aqui terá uma resposta mais completa) e iniciar um Meme.

Antigamente, eu gostava demais de duas séries de games: Final Fantasy e Syphon Filter. Quanto à série Final Fantasy, nem precisa dizer que a maioria dos games são excelentes, principalmente os da era Playstation 1-2. Desses eu prefiro o Final Fantasy VII e o Final Fantasy VIII.

Já em Syphon Filter, o estilo e a mecânica de jogos são excelentes. E olha que na época dos primeiros games a Ubisoft nem estava pensando em criar o Splinter Cell, que, apesar de ser mais realista e ter menos ação, possui o mesmo estilo e a mesma jogabilidade (mas os games da série da Ubisoft tem mais comandos e sua curva de aprendizado era maior do que em Syphon Filter). Fora a ação dos games da 989 Studios (hoje pertencente à Sony, que lançou recentemente o Dark Mirror), que é elevadíssima! Os dois primeiros games da série são os meus preferidos, e um deles está no meu Top 10.

Hoje, ainda gosto da série Final Fantasy, mas prefiro a série Splinter Cell. Apesar de ter outros games na qual está na minha lista (como a série Devil May Cry e os dois God of War), estou gostando muito de jogar o Chaos Theory, que, apesar de ser mais fácil do que o primeiro game, a atmosfera do jogo e até mesmo a jogabilidade foram melhoradas. Fora que na maior parte dos comentários que já vi sobre o jogo na internet, os gamers consideram o Chaos Theory o melhor da série. E tenho de concordar com eles: é um jogaço!

Ainda falta jogar direito o Double Agent e esperar pelo Conviction, que será lançado ano que vem. E se o primeiro Assassin’s Creed for bom, aí sim pode surgir mais uma série excelente de games.

Deixarei este meme aberto para qualquer um que queira participar! Ou poste nos comentários :P



CSIB - Um diário que não deu certo

Hora de continuar com a biografia do CSIB, e caso seja a primeira vez que esteja vendo este post, visite a página do projeto para ler os posts anteriores. E novamente espero que aproveite a leitura do mesmo. Caso tenha alguma dúvida, pode perguntar nos comentários, mas não garanto que eu vá responder todas, já que, por ser um projeto de um game, alguns detalhes eu posso omitir para não estragar a surpresa dos futuros jogadores.

Fora que eu tenho de ter uma certa criatividade na introdução de cada post, tanto na parte de formatação do mesmo (colocando a logo do projeto) quando nos primeiros parágrafos, já que escrever a mesma coisa em todos os posts demonstra falta de criatividade do autor, principalmente numa série de posts.

Deixemos de enrolação. Vamos continuar!

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Definições sobre o CSIB

Continuando com a biografia do projeto CSIB. Alguns leitores podem não estar gostando muito de dedicar alguns posts ao assunto, mas um dos objetivos deste blog será um diário de desenvolvimento do projeto. Ou seja: depois que eu postar toda a biografia do mesmo (ainda tem muita coisa! Vou explicar até o processo de desenvolvimento da logo e outras curiosidades bizarras :P ), vou iniciar pra valer o desenvolvimento do game, e vou postar aqui todo o processo de criação. É claro que muitos elementos do projeto eu vou omitir, já que se eu postar muitas informações aqui, o jogador já vai saber todos os detalhes do game, e pode perder a graça do mesmo.

Neste post vou repostar aqui o primeiro texto sobre o CSIB. Mas ele será totalmente refeito, já que muitas idéias surgiram depois que fiz aquele texto, e o mesmo acabou ficando ultrapassado. Caso seja a primeira vez que esteja vendo este post, visite a página oficial e leia os posts em ordem cronológica.

E, novamente, espero que aproveite a leitura!

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Splinter Cell - Chaos Theory: Os tipos de objetivos nas missões

Logo do jogo Splinter Cell. Chaos TheoryAlguns dias atrás postei o texto A questão dos detonados e dos enredos dos games, que, inicialmente, eram como introdução de um post com uma dica para o Splinter Cell - Chaos Theory, o único game que estou jogando atualmente (parei todos os outros para me dedicar a apenas um game. E devo terminar de jogar o mesmo até o final do mês), mas o post se desvirtuou e vou deixar esta dica (sobre um tal de Dvorak) para outro post.

Uma coisa que gostei muito em Chaos Theory é ele não ser tão linear nas missões, diferente do primeiro game. O jogo te dá algumas rotas e cabe ao jogador escolher uma delas e ir jogando, cumprindo os objetivos durante este caminho.

Os objetivos do game são divididos em 3: Primary, Secondary e Opportunity. O primeiro, como o nome diz, são os objetivos primários, ou objetivos essenciais para a missão. Só depois que você os cumpre (não importando a ordem do mesmo) é que é aberto o objetivo final, que sempre é Vá para o local X para extração e termine a missão :P .

O Secondary (objetivo secundário) e o Opportunity (objetivo oportuno, ou seja, você aproveita uma oportunidade) são objetivos secundários, e não é obrigatório o jogador completar os mesmos, mas se o jogador deixa eles de lado, quando ele terminar a missão (e aparece as estatísticas dela), a sua nota cai (Sucess Rating). A diferença entre eles é que nos objetivos do tipo Opportunity você tem que executar várias tarefas (muitas vezes parecida) para completar o mesmo. Por exemplo: sabotar x câmeras que estão no local. E só depois que você completa tudo, o objetivo Opportunity é completado. Normalmente, quando você completa o mesmo, um dos seus auxiliares avisa que você tem que sabotar mais câmeras.

O problema é que quando eu jogava, eu só me dava conta desses objetivos quando eu completava parte de um objetivo Opportunity na sorte, já que eu não acessava o menu de objetivos (que lista os mesmos), e quando acessava, eu não olhava as outras páginas e só lia os objetivos primários da missão. Além disso, o mapa 3D (que mostra as localizações dos objetivos) apenas lista os principais. É até interessante não listar os outros, já que isso aumenta a dificuldade do jogo, mas muitos objetivos secundários são praticamente impossíveis de se executar, já que o game não dá pistas sobre esses objetivos (ou o que você tem de fazer para completar os mesmos). Aí não tem jeito: é acessar a internet e procurar dicas do jogo, para completar a missão com todos os objetivos completos.

Splinter Cell

O que você lerá neste post é uma análise diferente de uma análise comum em revistas e sites. Eu não vou me limitar a falar apenas de gráficos, jogabilidade, diversão, enredo (itens que tem em uma resenha/análise de um game). Vai ser algo maior do que isso. Vou postar sobre o jogo que mais marcou em toda a minha vida pessoal. Nenhum jogo, de qualquer plataforma, teve tanta influência no meu modo de pensar quanto esse. Pode-se dizer que o jogo que citarei aqui é, até o fechamento deste post, o melhor game que já joguei em toda a minha vida. Mas isso você já sabia, já que você pode ter lido o meu Top 10, mas se não leu, recomendo a leitura!

O jogo em questão (é claro que postei o nome do jogo no título) é Splinter Cell. Tom Clancy’s Splinter Cell. É um jogo de espionagem em terceira pessoa. Pode-se dizer que o Splinter Cell me fez querer, de fato, tentar a vida como desenvolvedor de jogos (isso quando eu descobri que poderia ganhar dinheiro nesta área). E este game foi o game que eu entrei, de cara, na geração dos gráficos de ponta e games hype (games que são muito comentados pelos jogadores). Pode-se dizer que a maior base do projeto CSIB foi (e continuará sendo) este jogo. Tudo bem que eu já joguei muitos outros jogos marcantes (como o Final Fantasy VIII, a série Tomb Raider, Metal Gear Solid, Final Fantasy VII, e outros), mas este foi o maior de todos.

Este é o segundo post onde fracionei o texto em páginas, por causa do tamanho do texto. Espero que aproveite a leitura!

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Bizarrices de Splinter Cell - Chaos Theory

Logo do jogo Splinter Cell. Chaos TheoryAtualmente estou jogando o Splinter Cell - Chaos Theory (terceiro game da série), um game de espionagem em terceira pessoa. Apesar do realismo do mesmo em alguns pontos importantes, como as locações (em relação ao formato do mesmo, já que muitas das locações não existem na vida real), e os movimentos, algumas coisas deixam bastante a desejar. Tudo bem que estamos falando de um game, mas algumas coisas poderiam deixar bem realistas, o que aumentaria o nível de dificuldade do jogo.

A primeira delas é justamente o seu capacete de visão especial (que possui três opções: noturna, térmica, e uma muito bizarra que localiza câmeras e dispositivos que chamamos de armadilhas tecnológicas, como lasers que acionam alarmes. No jogo, é chamado de EMF):

O problema desse capacete (que mais parece uma tiara :P mas na verdade é um visor especial ) são as 3 luzes verdes, que ficam constantemente acesas. Quando você está jogando, e está num local pouco iluminado, você consegue, sem usar a visão noturna, ver as 3 luzes (como na imagem acima). E os oponentes não enxergam essas luzes. Isso já foi motivo de crítica por parte do Lucs (que citei no post Charges sobre games). É claro que tem outros games que, apesar do estilo tender ao realismo, deixa um pouco a desejar, como a série Tomb Raider, onde a Lara Croft carrega mais ítens que a sua mochilinha conseguiria suportar, ou mesmo no clássico Metal Gear Solid, onde o Snake carrega até uma bazuca, e você não vê ele carregando ela (mas ela existe! E quando você usa, ele acaba equipando a mesma).

Mas a segunda bizarrice de Splinter Cell é insana e inacreditável. Tudo bem que nesta versão tem uma barra que mede o barulho dos seus passos (e o inimigo escuta isso. É até normal), mas há ocasiões que você não acredita no que vê. A primeira é quando você pega um oponente (por trás :P ) e alguns oponentes tem a opção Interrogate (onde você interroga o meliante). Já interroguei um oponente numa sala onde tem outro oponente no mesmo local, e a clareza na conversa é tão impressionante (nessa parte o game dá um show em dublagem e efeitos sonoros) que o outro cara deveria escutar a sua conversa e te pegar logo em seguida!

O pior é no início da terceira missão do jogo (frase com spoilers), no Panamá, onde o início é bem similar à duas missões do primeiro game: na CIA (onde você inicia num campo aberto, similar ao quintal da frente de uma casa americana que a gente vê em filmes) e no ministério da defesa, num jardim aberto. Havia dois sujeitos conversando, e depois de alguns minutos eles começam a entrar em estado de ronda (começam a caminhar). Fui atrás de um deles e durante a minha investida, Anna Grimsdottir, uma ajudante do agente, inicia uma conversa com o Sam, em voz alta! O problema é que, como estava em processo de neutralização, eu tive de prestar atenção no jogo e não na conversa. E uma coisa os desenvolvedores do game tem que aprender: um agente não pode ficar conversando detalhes secretos perto de um oponente!

O Splinter Cell, em qualquer versão, é um jogo excelente! Disso não tenho dúvidas, mas esses deslizes detonam em parte com a realidade do jogo. Tudo bem que a gente não deve cobrar realismo em jogos eletrônicos, mas com a tecnologia que temos hoje em games (e o estilo próprio do jogo), é até difícil engolir isso. Vamos ver como que o Splinter Cell Conviction vai se sair quando for lançado. Até lá, continuarei jogando este game e o Double Agent (que iniciarei a jogar após o término do Chaos Theory)

Primeiras imagens de The Bourne Conspiracy

Decidi fazer um post novo, já que aqui poderei fazer uma análise inicial e postar outras informações. Como afirmei em Jason Bourne vai virar game, vai sair um jogo baseado nos livros lançados pelo autor Robert Ludlum (falecido em 2001). E o UOL Jogos já tem um preview básico do mesmo:

The Bourne Conspiracy

Algumas imagens (clique para aumentar):

Fazendo uma análise inicial das imagens e do histórico dos filmes (quem sabe até o final de julho eu posto aqui uma análise dos filmes), dá para prever que o game pode ter mais ação do que os games da série Splinter Cell (descontando o Conviction, já que, pelos trailers, dá para ver que o Sam Fisher fará movimentos incríveis!). E, diferente do game da Ubisoft, desta vez o agente não terá aquele tanto de apetrechos que o Sam usa (óculos de visão noturna, um Palmtop com infos de mapas, objetivos, e outras informações relevantes para a missão). Eu posso estar errado nesse quesito, já que antes dele perder a memória, ele tinha o apoio da CIA.

Já a parte gráfica ficou pobre, principalmente para um game para o Playstation 3 e para o Xbox 360, mas por ser primeiras imagens, a produtora pode melhorar a parte gráfica com o passar do tempo. O jogo tem previsão de sair em 2008.

Jason Bourne vai virar game

Um dos espiões mais incríveis do cinema vai virar jogo. E estamos falando de Jason Bourne, que, na minha opinião, é o agente de espionagem mais incrível na ficção. O jogo se chamará The Bourne Conspiracy e acontecerá antes dos filmes, segundo uma matéria publicada no Judão:

Jason Bourne ganhará jogo em 2008!

Sobre o game, provavelmente ele será similar ao Splinter Cell. Já Jason Bourne, para quem não sabe, é um agente altamente treinado pela CIA que, numa missão, sofre um atentado e perde a memória. Então ele decide procurar mais informações sobre o seu passado, enquanto que a própria CIA inicia uma perseguição para capturar o agente. Caso queira conhecer melhor o agente, alugue os filmes A Identidade Bourne e A Supremacia Bourne, dois filmes excelentes de ação e espionagem (protagonizados pelo ator Matt Damon). Em agosto deverá sair O Ultimato Bourne, terceiro filme da série.