Modificação de DS e PSP - Warhammer
Novembro 24, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under Games, Nintendo, Sony
Essas belezinhas aí em cima serão disputadas numa competição online apenas para os jogadores do Reino Unido. E segundo o Save Game, só existem 6 ao todo. Até eu fiquei com vontade de ter um desses!
Nova onda de banimentos da Xbox Live
Novembro 23, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under Games, Microsoft
A Microsoft não dorme no ponto, e segundo comentários dos gamers de todo o mundo, ela começou uma segunda onda de banimentos de Xbox 360 da Live:
Vale lembrar que, na primeira vez, ela não disse os motivos do banimento, que podem ser vários, e desta vez não é diferente. Além disso, quando um console é banido, ele não consegue voltar por meios normais.
Por fim, resta ao jogador tentar vender o seu console caso o aparelho seja banido da rede, e com isso quem não tem um Xbox e não liga para jogar online pode adquirir um com preços bem atrativos. É claro que isso é ruim, já que o melhor dos consoles desta geração é poder jogar online. E como a Live está próxima de ser lançada no Brasil, pode ser interessante ao jogador comprar um console que não esteja banido e conseguir aproveitar a rede, que é atualmente a melhor rede de games do planeta.
Primeira participação no Meiobit Games
Novembro 23, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under Games
Foi anunciado ontem o Meiobit Games, uma seção do Meiobit só com posts de games, e eu fui convidado pelos admins para ser um colaborador. Com isso hoje temos o primeiro texto:
Comparando os dados dos primeiros anos dos 3 Playstations
Posteriormente darei mais detalhes disso (hoje à noite). Agora tenho de voltar a trabalhar.
CSIB - A logo do projeto
Novembro 22, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under CSIB
Finalmente chegamos a última etapa da biografia do CSIB, e, diferente de todas as outras, esta etapa é a única que consegui completar e a que eu tive menos dificuldades: a logo do projeto.
Como em qualquer produto, é necessário ele ter uma logomarca. Uma imagem que identifica o produto para o consumidor. E como eu tive aulas de marketing e, posteriormente, de Gimp, na faculdade, decidi tentar criar uma logo para o CSIB. Uma coisa curiosa é que o nome do projeto foi pensado juntamente com a logo, já que eu usei o seguinte conceito:
Via de mão única.
Pode achar estranho a frase acima, mas ela faz todo sentido. A nossa vida, apesar das nossas decisões, é uma via de mão única, e nos games também, mesmo que o game tenha múltiplos finais. Com isso imaginei a logo como se fosse uma rota única. Uma estrada:
O problema dos detonados e dos posts de games nos blogs
Novembro 22, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under Críticas e Opiniões, Games
Ao ler os meus feeds hoje, outro texto do Cardoso me chamou a atenção, e me motivou a escrever este desabafo, sobre os comentários em blogs.
Primeiro que, uma coisa que eu nunca vou fazer é barrar um comentário que seja contra algum post meu. Aliás, até concordo com este tipo de post, já que eu gosto de ver outros tipos de opiniões, e se eu não gostasse, eu não teria blog. Fora que gosto de ver vocês tentando derrubar um argumento meu, já que, dependendo do comentário, eu tenho de dar o braço a torcer e dizer: é, olhando por esta ótica, você tem razão, etc etc.
Outra coisa que não vou fazer é criar posts com comentários idiotas de outros e postar. Até já pensei em fazer isso, mas convenhamos: no começo a gente não tem muita noção das coisas. A minha mentalidade hoje é bem diferente do que era antes, e ninguém nasce sabendo, mas vai aprendendo aos poucos. Todo mundo reclama dos emos-miguxos dos blogs e etc, mas eu não sou contra isso (só sou contra quanto ao modo de vestir de um emo, mas é outra história…). Aliás, eu não dou a mínima para a sua preferência sexual, ideológica, e etc, desde que a pessoa saiba postar com sabedoria.
Mas o problema é que esses pará-quedistas não fazem isso. Eles procuram algo no Google, lêem, não entendem e vão logo postando, já que com o lance de anonimato, eles não tem medo de ser mal-interpretados. Outras vezes uma pessoa, se achando ofendida, logo solta umas frases nervosas, para nunca mais voltar, e dizer depois aos amigos: menina, vi um comentário na internet que eu fiquei horrorizada. Um babaca num blog ficou xingando a nossa igreja, tive de soltar os cachorros nele! Nesse caso, eu só lamento, mas eu não to nem aí, e posso barrar o comentário ofensivo. Mas posso liberar, já que todo mundo tem direito a sua opinião. Mas é aquele negócio: tem que postar com sabedoria. Quer criticar? Faça direito!
Mas nos blogs de games, um outro fenômeno assusta os autores: a cara de pau dos usuários. Principalmente nos posts específicos de jogos. O povo vem e posta: meu, eu to travado em certa fase. Como que eu faço pra continuar? Isso é algo que me dá raiva, já que basta a pessoa digitar o nome da fase que ela acaba caindo em algum texto sobre aquele local. Uma vez eu travei no Splinter Cell - Chaos Theory, e então procurei no Google o nome da missão e o local onde eu estava travado. Foi tiro e queda! E foi só desta vez que eu procurei ajuda neste jogo.
Mas os jogadores não sabem o que é a palavra detonado! Ou mesmo a palavra estratégia. E aí chegam num post qualquer e pedem ajuda para passar aquela fase. Então, dependendo da resposta posso nem responder ou mesmo colocar visite o detonado do jogo aqui (além disso eu nem vou ler o detonado, já que dependendo do jogo eu ainda não terminei de jogar, e isso estraga a minha surpresa). Fora que eu nem posso responder, mesmo se eu já passei naquele local, afinal, eu vou lembrar daquela parte difícil do Final Fantasy que eu ralei para passar há mais de 30 horas atrás de jogatina? Eu não tenho uma memória tão infalível! Fora o resto de coisas que eu tenho de fazer, e isso faz eu esquecer aquele trecho.
Só que o pior é que isso dá visitações. Acredite: a maioria dos pará-quedistas que acabam caindo nas páginas do meu blog estão procurando games para download, ou dicas para piratear aquele game, ou mesmo dicas e detonados dos games.
Acho que se eu postasse só isso, eu não teria tantos assinantes no Feedburner, e seria mais um blog mais-ou-menos de games, que copia detonados dos outros e nem posta a fonte. Fazer um detonado não é fácil, fora que seria muito bom se tivesse detonados iguais aos das revistas de games. Eu ainda me lembro com orgulho dos detonados das revistas antigas, como a Gamers Book do Final Fantasy VII, que considero até hoje o detonado mais perfeito que eu já li!
Para mim, jogador de verdade é aquele que tem que sofrer durante o jogo, e não procurar ajuda na internet na primeira vez que ele trava em algum lugar. Acho que ele só deveria procurar dicas caso ele já tenha terminado o game ou mesmo quer completar o game 100%. Afinal, o melhor que um game pode te oferecer é a imprevisibilidade: é você não saber o que acontece depois que você atravessa aquela ponte ou mesmo depois que você chega numa caverna. E isso faz o jogador querer jogar mais e mais aquele game, já que ele quer saber como que a estória termina. É a diversão que a maioria procura. E é muito melhor ele buscar sozinho e no final se sentir recompensado do que ele começar a jogar com o detonado no colo, já sabendo que depois que ele atravessa a ponte vai enfrentar aquele chefão que tem um super-ataque que mata um dos seus personagens.
Então, jogador, larga a mão de querer tudo de mão beijada e não use detonados. Assim, a sua diversão será muito maior!
CSIB - Explicando os capítulos já publicados e algumas mudanças
Novembro 21, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under CSIB
Continuemos com a biografia do CSIB, que esta chegando à reta final. Este post será a penúltima etapa desta biografia, que durou meses e que tem mais de 15 posts! Neste post, vou falar sobre alguns elementos dos capítulos já publicados e algumas mudanças que eu farei na nova versão da estória, que será publicada aqui de tempos em tempos.
Primeiramente, esses capítulos retratariam o começo do CSIB: o que aconteceu antes da agência ter sido criada, mostrando alguns personagens e eventos. Além disso, caso você veja o arquivo PDF, vai ver algumas frases curiosas, como eu tentar me basear na realidade. No meio dos capítulos eu comecei a fazer algo que eu tinha visto no livro Operação Cavalo de Tróia, onde, no meio do texto, tinha algumas citações com explicações adicionais. Porquê? Como não sei se todo mundo poderia conhecer certos termos, eu precisaria explicar, tanto para não ter de explicar de novo num fórum quanto para que o leitor não precisasse abrir o dicionário para procurar alguma informação.
Top 10 - Os melhores games da geração anterior, segundo o PALGN
Novembro 21, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under Games, Listas
Vamos a mais um Top 10, e este é bem interessante: os 10 melhores games da geração anterior, com jogos do Playstation 2, PC, Xbox e GameCube:
Segue listagem:
- Final Fantasy X (Playstation 2)
- God of War (Playstation 2)
- Grand Theft Auto: San Andreas (Playstation 2)
- Half-Life 2 (PC)
- Halo: Combat Evolved (Xbox)
- Metroid Prime (GameCube)
- Resident Evil 4 (GameCube)
- Shadow of the Colossus (Playstation 2)
- Super Smash Bros. Melee (GameCube)
- The Legend of Zelda: The Wind Waker (GameCube)
O legal do site é que eles não classificaram os games de forma numérica, e sim por ordem alfabética, e com isso fica impossível de saber qual deles é o melhor.
De todos os games da listagem, os dois God of War eu já terminei e o Final Fantasy X e o Shadow of the Colossus ainda falta jogar decentemente. Um dos meus defeitos atuais é começar um game e não jogar o mesmo constantemente, e aí eu fico com um monte de games inacabados.
Universo CSIB Vs Religião Vs Fantasia Vs Games
Novembro 20, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under CSIB, Críticas e Opiniões
Vamos à continuação da biografia do CSIB, o projeto de jogo (e de contos…) que eu tenho e que decidi postar aqui todo o andamento do projeto. Primeiro com a biografia, que está chegando ao 16º post. E segundo que, quando esta biografia acabar, vou iniciar um projeto de um game curto, que estará dentro deste universo. E vou postar todo o andamento aqui, desde detalhes do game design até mesmo imagens e uma nova série de posts.
Pelo que vocês podem ter percebido, eu andei postando aqui um pequeno teste de um conto, que começou com o post Confronto Inimente, que mostra a luta entre dois inimigos. O conto continuou com Uma conversa, mostrando a rivalidade entre os dois inimigos e terminou com uma luta corporal (a parte mais difícil da criação deste conto) em A luta, a chuva e a fuga. Pode-se dizer que este evento é parte importante da estória, mas, pelas falas, os personagens já se enfrentaram antes. Dentro de alguns meses vocês vão entender este conto, já que, primeiro, eu quis fazer um teste (para ver se eu teria algum tipo de comentário…) e segundo que eu preciso de críticas. Tudo bem que a essência deste jogo foi baseada na mídia da espionagem (filmes, séries de TV, a maioria norte-americanos. E games, logicamente), mas as estórias do jogo serão baseadas e locadas no Brasil. Locadas no sentido de que a maior parte dos eventos acontecerá em cidades brasileiras.
Uma coisa que eu sempre quis fazer é construir um universo próprio para o meu jogo. Sei que todos aqui, se quisessem, poderiam criar algo assim, mas a gente sabe que não é tão fácil. Você chegar e criar um mundo próprio e dar-lhe vida, mesmo na imaginação, é algo difícil.
Acredito que as duas pessoas que eu mais admiro hoje são J R R Tolkien e J K Rowling. O primeiro é o autor do Senhor dos Anéis, que considero o mundo fictício mais impressionante que já foi criado pela literatura. Já o segundo nome é a autora da série Harry Potter, que também conseguiu, com maestria, criar um universo próprio, mesmo se baseando na realidade atual. Mas como eu já disse no texto RPGs clássicos e RPGs de videogame, se não fosse o Tolkien, a série Harry Potter poderia não ter existido, já que o Tokien foi, para mim, o maior responsável pela popularização das histórias fantásticas: aquelas que tem a magia como base. Magia literária.
OK, sabemos que eu sou ateu e que não acredito nesse lance de magia. Apesar das religiões e algumas seitas acreditarem no sobrenatural, eu não acredito nesse negócio, mas gosto de magia. Gosto de fantasia. E isso a gente só pode alcançar usando alguns modos principais: lendo um livro, assistindo TV e jogando videogame.
Esse negócio de ritual disso, ritual daquilo, macumba, e o escambau, pra mim é tudo papo furado. Fora que a existência do diabo é mais para que as pessoas possam culpar alguma coisa pela maldade das pessoas. Maldade que sempre existiu e sempre existirá no ser humano. Um bode espiatório perfeito por sinal. Mas não quer dizer que eu gosto do demônio. Aliás, se eu gostasse dele, eu acreditaria em sua existência e na existência da religião.
E mais uma coisa: se você tem religião, não me venha com papo de que eu deveria acreditar nela, que eu vou morrer no mármore do inferno, ou que Harry Potter é coisa do capeta. Eu não vou acreditar em nenhuma dessas bobagens e com certeza vou barrar seus comentários idiotas. É a minha opinião é pronto. e não to nem aí pro resto. Respeito as pessoas e respeito as religiões, mas não acredito mais nelas. Ponto final!
Então essa minha descrença se refletirá nas minhas estórias. Primeiro que, apesar de gostar de fantasia, eu gosto dela onde ela tem que estar: na nossa mente. Jogos e livros. As pessoas gostam de fantasiar. Gostam de ter algo em se apoiar. Qualquer um que goste de Senhor dos Anéis gostaria de morar nesse mundo: um mundo de fantasias e aventuras, onde você poderia salvar o mundo do mal e onde você poderia, no final das contas, viver feliz para sempre ao lado de alguém (uma mulher…uma família…). E durante isso você poderia soltar todos os seus instintos e enfrentar, com raça, alguém que você sabe que é o mal e que poderia fazer mal a alguém e você teria desafio.
Ora, isso não é algo que a gente faz todo dia quando liga o videogame?
E isso vai ser refletido neste projeto. Você vai saber de antemão que os personagens principais da estória serão ateus. Vai saber de antemão que não terá magia no universo. Magia física e material, mas a essência do CSIB é a magia! Magia simbólica. A magia da luta clássica entre o bem e o mal. Uma magia psicológica, e isso é passado em todos os livros: a gente senta para ler e se desliga do mundo para vivenciar, mesmo na nossa mente, essa magia. A magia literária. A magia de uma estória.
Nesse ponto os videogames e a mídia televisiva (séries, novelas, filmes, etc) mostram de uma maneira melhor: a gente assiste isso ou mesmo controla isso. E aí os games cumprem melhor, já que a gente pode controlar isso, mesmo que o jogo seja totalmente linear. O jogador pode vivenciar a luta e sabe que vai ter de cumprir etapas para conseguir terminar aquela aventura. E quando termina, ganha aquele sentimento de missão cumprida e que é hora de partir pra outra aventura. Como nos jogos de RPG clássicos, onde você vivencia a magia apenas na mente, já que, como eu sou ateu, eu não acredito que alguém se corte sem querer com uma faca e você solta um Cure e volta tudo ao normal. Mas você pode estancar o ferimento, ou mesmo ir pro hospital (ou sangrar até que o corpo faça o seu trabalho ou esperar a morte).
Voltando ao CSIB, eu considero que consegui, com muito custo, criar um universo próprio para o projeto. Eu tenho muita coisa planejada, tanto mentalmente, quanto fisicamente. Já tenho pelo menos umas 100 páginas de texto, com rascunhos, textos, os capítulos planejados, e outros. Fora o que tem ainda na minha mente e que tento passar pro papel, já que a nossa mente foi criada para esquecer os fatos mais inúteis. E se a gente escreve, isso acaba facilitando depois.
Além disso, vou começar a postar, a cada 2 semanas, um capítulo da história principal e diversos contos separados, e com isso vou tentar montar, aqui, todo o universo planejado. E isso se resume em fatos do jogo: porquê que isso acontece, porquê que uma pessoa tem tanto ódio da outra, como que certas pessoas se conheceram, e outros. E na página oficial, eu vou postar tudo em ordem cronológica, junto com uma linha do tempo do projeto, que vai facilitar. Quero fazer isso já que eu não vou me limitar a apenas jogos simples: quero expandir esse universo e fazer vocês se distraírem, enquanto estão se divertindo lendo este post (que está enorme…).
Ainda tenho outras histórias na minha mente, e vou postar elas aqui também!
Apesar deste post ter ficado uma miscelânea de assuntos desconexos, tudo tem influência no meu modo de pensar. E uma estória é justamente a canalização do modo de pensar de um autor. E todos os fatos que acontecem na vida desta pessoa, tudo que ela lê, tudo que ela faz tem influência na estória.
Por fim, acabei não cumprindo a promessa do post anterior, que eu iria citar sobre alguns personagens. Vou fazer isso no próximo post e com isso me preparar para postar a última parte desta biografia enorme: a logo do projeto, que acabou tendo influência na logo deste site. E farei tudo isso nesta semana, já que sábado teremos um post especial.
Novos adiamentos de Final Fantasy XIII e Splinter Cell - Conviction
Novembro 20, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under Games, Microsoft, Sony, Splinter Cell
Esses dias eu fiquei me perguntando de não ter aparecido na mídia mais imagens e informações de Splinter Cell - Conviction, outro game na qual eu sou fanboy assumido (mais de Splinter Cell do que de Final Fantasy, diga-se de passagem). E descubro que o mesmo foi adiado, e agora não tem data definida, mas pode ser entre abril de 2008 e abril de 2009:
E para variar, o Final Fantasy XIII também foi adiado:
Um Motor Branco e Lento: Possível Adiamento de Final Fantasy XIII
Mas o pior é que a Square-Enix, pelo que diz a notícia acima, não tem muita coisa do game completo. Será que é por causa disso que eles quase não mostram imagens do game e só mostram pra alguns poucos? Ou será que o game é tão grande que 13% pode equilaver a, sei lá, umas 25 horas de jogatina?
Só espero que a Konami não adie mais o Metal Gear Solid 4. Aí sim os anti-sonystas vão comemorar e o Playstation 3 vai afundar de vez.
Live no primeiro semestre de 2008 aqui no Brasil
Novembro 20, 2007 by Rodrigo Flausino
Filed under Games, Microsoft
Até que enfim, Microsoft! Depois de muito tempo de espera, finalmente eles anunciaram uma data para o lançamento da Live aqui no Brasil:
Programador da Sharpgames fala sobre Live Brasil no SB Games
Bom, apesar de não ter o Xbox 360 e ser sonysta, considero que um dos maiores motivos de adquirir um console desta geração é a possibilidade de jogar pela internet, e isso aumenta a longevidade de muitos games que, em teoria, são curtos, como o Gears of War e Halo 3, por exemplo. E hoje a rede do Xbox é a que está mais fazendo sucesso na comunidade gamer.
E não é melhor você enfrentar outra pessoa do que uma rotina de inteligência artificial?




