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CSIB - O Edifício Alabama - Parte 4

Novembro 5, 2007  
Postado em Blender, CSIB


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Vamos à quarta parte da etapa Edifício Alabama, uma das etapas que passei ao desenvolver o projeto CSIB. Sim, acredito que você pode não estar nem aí para este post, mas é mais para deixar registrado a ralação que eu passei ao desenvolver este projeto. E caso queira conhecer este projeto e está com tempo para ler, visite a página oficial do projeto para ver todos os posts em ordem cronológica.

Neste momento da biografia, eu optei por reiniciar todo o cenário, aproveitando o que aprendi com o Blender e desta vez fazendo com um pouco mais de capricho. Já adianto que eu não terminei este cenário e to pensando em refazer ele, mas isso fica para o futuro. E desta vez vou planejar o mapa por inteiro (level design) antes de desenvolver, para evitar que isto aconteça.

Ano passado, eu tentei usar este cenário como trabalho de conclusão de curso, para desenvolver um demo. Mas como na época eu era muito relaxado, acabei deixando quieto e não consegui usar como TCC (acabei criando um artigo sobre vantagens e desvantagens de games, que ainda pretendo refazer).

Decidi recomeçar pelo térreo, e a diferença entre as imagens anteriores é gritante:

Aqui eu já comecei a pensar igual gente grande: modelando o cenário já pensando em mandar para uma engine gráfica e fazer todo o trabalho nela (ou seja: programando). Na época eu estava indeciso entre a engine jMonkeyEngine e o Java 3D. Hoje, estou pendendo mais pra jMonkeyEngine, mas também estou pensando em estudar Blitz 3D. Por enquanto são só idéias.

No tópico do cenário, o membro Mancubus chegou a postar um PDF com referências para que um engenheiro/arquiteto possa usar para criar um edifício com acessibilidade para deficientes físicos:

Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

Ainda pretendo estudar este documento para dar mais realismo, caso eu modele um edifício internamente.

Nesta etapa eu já fiz o primeiro teste de renderização com texturas, usando uma textura de uma porta que eu usei na época algum tempo atrás (em outro projeto). O clarão no teto é por causa de uma das lâmpadas do Blender. Mas era só pra ver o resultado.

Como disse no post anterior, eu usava medições reais. Mas para conseguir elas, eu usava uma trena e ficava medindo as paredes da minha casa. Então o Mancubus postou uma referência de um livro:

Dimensionamento em arquitetura / Emile Pronk
Ed. Universitaria, UFPB, 2001

Além deste livro, algum tempo atrás o Allan Brito postou sobre um livro de arquitetura que pode ajudar quem quer referências da realidade para aplicar em cenários urbanos.

Na época eu queria fazer uma grade similar aquelas grades de ferro que tem normalmente em quadras. Como não sabia o que era textura alpha (que tem a possibilidade de deixar transparente), acabei fazendo ela modelando. Visualmente acabou tendo um resultado bonito, mas tecnicamente foi um fiaco. Eu testei o cenário no Java 3D, e ficou lento…eu teria de usar outra estratégia, já que eu não vou usar uma engine super-poderosa. E a cena com a grade consome uma quantidade elevada de polígonos.

Nestas imagens acima dá para ver que a cena estava pesada. Para computadores mais simples, conseguir rodar esta cena com fluência seria muito difícil. Fora que eu teria de saber otimizar o cenário 3D ao máximo para não ter queda de framerate (quadros de animação por segundo). Nesta cena eu também fiz uma nova escada.

Esta etapa termina por aqui. Como eu acabei ganhando outras ocupações e não tinha o cenário inteiro planejado, acabei deixando quieto e paralisei o desenvolvimento deste mapa. Mas ainda pretendo refazer este cenário, mas o enredo e a locação do mesmo serão alterados. Também vou projetar o cenário para ter mais efeitos de textura e menos polígonos por cena, para que computadores mais simples possam rodar o jogo. Mas antes de fazer isto tudo eu vou fazer o game design inteiro do jogo. E isto é a coisa mais importante a fazer no desenvolvimento do jogo. Com o game design em mãos, posso, quem sabe, chamar uma equipe ou mesmo fazer sozinho, mas terei um trabalho mais consistente.

Mas o que terá agora? Ainda faltam duas etapas do desenvolvimento: uma história que eu postei na internet (como se fosse um e-book) e o desenvolvimento da logo do projeto, que foi a etapa que definiu não apenas a logo do projeto, mas um estilo que comecei a adotar. E o resultado deste estilo está no cabeçalho deste blog, com o meu nome escrito de um jeito diferente. No próximo post, tudo sobre o e-book do CSIB.


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