O Resgate de Jade

Hora de apresentar o meu novo projeto, tanto de posts quanto de games mesmo. Primeiramente eu tentei uma brincadeira, onde você tentaria adivinhar o nome do jogo, mas como ninguém acertou (mas a possibilidade do Vinícius foi muito boa. Nem eu tinha imaginado este nome para o jogo). O Resgate de Jade será um game 3D de aventura com elementos de espionagem, será um game curtíssimo (de 3 a 5 horas de jogatina) e será do Universo CSIB. Será para computador.

Para começar, um resumo do enredo:

O ministro do interior da França começa a ganhar popularidade devido à sua luta contra o terrorismo francês, onde ele conseguiu diminuir a freqüência de atentados mudando a forma como a inteligência francesa trabalha e atua. Além disso, ele aprova uma missão que consegue, com sucesso, prender um perigoso terrorista.

Com isso, o advogado do terrorista, que também faz parte da organização criminosa, descobre que seu cliente será condenado a morte e a organização planeja raptar a sua filha, Jade, de apenas 8 anos, para trocar a menina pelo terrorista. Mas eles sabem que a França não o fará por métodos legais e nem irá negociar, e com isso o advogado e o líder conseguem a condenação máxima, para fazer a troca secretamente entre a inteligência francesa e os terroristas.

Com isso, os terroristas conseguem executar o rapto da menina, com sucesso, e exigem que o chefe da organização seja trocado por Jade, contando que a morte do mesmo seja anunciada para todo o planeta. O governo da França, sem saber o que fazer, consulta os setores internos da inteligência e executa as exigências, anunciando a morte do mesmo e o levam para um local não revelado, para ser trocado depois de 5 dias, para preparar um local onde os militares não podem saber dessa manobra ilegal. Enquanto isso, a inteligência francesa consegue achar a localização da menina: um castelo no sul da França, comandados por um perigoso terrorista brasileiro, que já é conhecido pelas autoridades do Brasil e que está sendo procurado exaustivamente.

O governo francês entra em contato com o governo brasileiro para pedir ajuda e tentar bolar alguma estratégia eficiente para resolver rapidamente este impasse. Um dos funcionários da polícia Federal, Roger Lima, dá a idéia de executar uma operação de resgate, já que ele conhecia um militar altamente treinado que se tornou especialista em missões de altíssimo risco e que foi recentemente condecorado pelo Exército. Mas ele não tinha certeza de que o soldado aceitaria uma missão suicida numa base terrorista e sozinho.

O governo francês aceita e o governo nacional acionam o soldado para saber se ele queria executar a missão, mas não informaram a data de partida, nem o local e muito menos a própria missão, mas seria uma operação de resgate de reféns. Ele aceita, contando que seja a sua última missão como militar, já que ele pretende sair do Exército, por ter esposa e filhas, e quer cuidar da família e ter uma vida sossegada. Então, alguns dias depois, uma equipe da inteligência da Polícia Federal rapta o soldado e trazem ele para uma base próxima ao castelo dos terroristas.

Ao conversar com o líder da base, o soldado fica chocado ao saber que teria de resgatar uma menina inocente. Ele então aceita a missão, mesmo sabendo que não pode voltar vivo.

Acima temos a estória básica da situação atual do jogo. Na verdade o jogador vai apenas resgatar a Jade. O nome dela foi claramente inspirado na Jade Raymond, produtora do game Assassin’s Creed, já que, por morar no Canadá, eu precisava de um nome de alguém que vive num país que tenha francês como idioma oficial.

Como falei acima, o game será em terceira pessoa, com a mecânica de jogo similar ao Splinter Cell. O local da missão é um castelo construído há 2 anos por um milionário francês que está sendo usado como quartel-general da organização terrorista, e, por incrível que pareça, eles escolheram um local próximo à uma base do Exército francês, mas que é circundado por uma floresta.

Ou seja: me baseei em Metal Gear Solid 3 para este projeto.

Então o jogador terá de entrar na floresta e chegar até a base para resgatar a menina. É claro que lá terá algumas surpresas interessantes que eu vou comentar futuramente.

Quanto ao projeto em si, primeiramente eu vou desenvolver o game design (planejamento) e pensei em usar este projeto para o Contest da PDJ que está rolando. Mas como eu entrei no curso de game design do Instituto dos Jogos, optei por não participar (já que eu iria aprender, e isso seria uma vantagem competitiva para mim), e com isso não terei pressa em fazer o documento de design do jogo. Fora que eu vou postar aqui todo o andamento do mesmo e dependendo das opiniões dos leitores eu posso fazer uma ou outra alteração no mesmo.

Mas porquê postar uma idéia aqui? Alguém pode usar ela!

Sim, eu corro este risco, e por isso mesmo não será permitido. Sei que alguém pode querer usar o game design, mas se isso ocorrer, eu vou xingar a pessoa publicamente e entrarei com um processo contra esta pessoa, já que, mesmo não estar registrando o mesmo, eu tenho como provar que a estória é minha, já que eu postei aqui e posso entrar em contato com o host do blog, se necessário, para usar este texto e a sua data como provas. Mas acredito que ninguém seja tão sacana a ponto de fazer isso. É um risco que eu corro.

Fora isso, eu quero ir postando aqui já que esse projeto será um teste de game design. Alguns leitores tem muito conhecimento em gamedev, e eles podem me ajudar com dúvidas e dicas. E quando eu tiver o game design pronto, quem sabe posso até chamar uma equipe para desenvolver este jogo, ou mesmo posso fazer sozinho, já que, pelos meus cálculos, não será um projeto muito difícil. É claro que muitas rotinas de programação serão bem cruéis de fazer, mas quando eu tiver isso pronto, posso usar em outros projetos. Além disso, todas as técnicas que eu utilizar serão postadas aqui na forma de artigos e tutoriais.

Quanto ao código-fonte, caso o projeto vingue, posso colocar como opensource, mas isso será uma decisão que eu ainda irei tomar futuramente. Mas a possibilidade disso acontecer é grande.

Durante o mês de dezembro vou postando cada pedaço do game design aqui, e se eu ver que não dará tempo para participar do Contest, aí não terá problema, mas, como no Contest do Pac-Man, eu vou levar este projeto até o fim. Alguns podem achar que eu to querendo fazer coisas demais, mas, como sou um desenvolvedor freelancer (ok, eu trabalho, mas nos meus projetos pessoais eu não respondo a ninguém), posso fazer as coisas aos poucos, sem que eu tenha de correr para entregar este jogo no prazo.

Por fim, se você leu até aqui, agradeço. No próximo post, terei algumas opções: ou eu começo a postar o próximo conto (que contará um trecho da vida do personagem principal deste projeto) ou eu posso postar os primeiros detalhes do enredo deste jogo, mostrando os personagens e algumas locações. Ou posso postar detalhes de um dos cenários para começar a modelagem e participar da nova sala de estudos que foi criada pelo membro Dragoom na UniDev.



Mais um livro: ‘Video Game Arte’

É foda, viu! O meu salário, apesar de ter dado uma melhorada nos últimos meses, ainda não é suficiente para eu conseguir comprar tudo que eu preciso. Fora que não to conseguindo vencer o consumo de informação na qual eu tento fazer. É revista pra cá, livro pra lá, fora os quase 1500 feeds que eu ainda tenho de ler. E para completar a minha decepção atual, mais um livro sobre games e gamedev será lançado no Brasil:

Livro “Video Game Arte” aborda design de jogos

O primeiro livro, a Arte dos Videogames, eu não comprei por que não tinha no Submarino. E mesmo se tivesse, eu quis aproveitar uma promoção do Harry Potter e as Relíquias da Morte para faturar uma camiseta e economizar 13 reais (paguei 47,50, sem frete!). E agora temos mais este livro.

Confesso que eu fiquei boiando um pouco com a notícia do UOL Jogos:

Em dezembro, chega às prateleiras o livro “Video Game Arte”, da editora Novas Idéias, com o objetivo de determinar as diretrizes que tornam o desenvolvimento de jogos uma forma de arte, servindo como base teórica para a institucionalização das diversas etapas de produção artística que guiam o assunto.

Seria então explicações básicas sobre a área de gamedev como um todo? Pelo que dá pra entender, o livro deve abordar as etapas da criação de um game, mas com foco na arte. Então decidi pesquisar melhor e encontrei isto:

Editora ‘Novas Idéias’ lança o livro “Video-Game Arte”

Isso praticamente responde a minha dúvida. Pelo que dá pra entender, é um livro que aborda mais o game design, como foco em arte e tópicos que tentam prever o futuro dos games no Brasil. É claro que, no caso do futuro dos games no Brasil, só dá pra especular o que pode acontecer, mas como ninguém prevê o futuro, então…

De qualquer jeito eu estou pensando em comprar o livro. O problema vai ser encontrar o mesmo para compra (dificilmente o livro vai vir para as livrarias daqui), e só poderei fazê-lo ano que vem, quando as minhas contas começarem a sumir (afinal, eu comprei o Harry Potter e dividi em duas vezes). Aí, quem sabe, eu faço uma análise do mesmo e posto aqui, já que, por ser um livro de gamedev, eu tenho de ler muita coisa sobre a área.

Pac-Man Matrix

[Via dotKEY]



Blog - Trabalho permanente

Atualmente, os blogs tem uma vantagem e uma desvantagem básica. A maior vantagem de todas é que o blog dá voz ao autor na internet, e dependendo do número de leitores, pode causar repercussão. Já as desvantagem básica é que se o blogueiro deixa de postar durante algum tempo, ele começa a perder leitores. Recentemente um post que eu vi no Rec6 me voltou a pensar sobre o lance do blogueiro deixar de atualizar o blog por um tempo:

Blogueiro não tem Férias

Recentemente, o André Kishimoto andou com problemas de saúde e deixou de atualizar o blog por algum, tempo (e seja bem vindo de volta e melhoras!). Eu mesmo já me imaginei casando (é claro que isso vai demorar muito tempo, mas…) e pensando no que eu vou fazer com o blog durante a minha lua-de-mel… Afinal, eu poderia passar pelo menos umas duas semanas longe da internet, e o maior prejudicado, obviamente, é o leitor fixo, que sempre volta ao blog (ou assina o feed) procurando informações e opiniões atualizadas.

Aí vem aquele ponto importante: blogueiro pode ter férias? Claro, com certeza, mas aí o problema é que ele vai ficar prejudicado. E também a maioria dos blogs são individuais. Se fossem por equipes, um dos usuários poderia entrar em férias e os outros poderiam assumir o seu lugar, mas e se fosse apenas um autor? Bom, você pode programar os textos, mas e se aquele texto ficar ultrapassado? No dia que a gente posta algum texto a gente pode usar alguma informação nova para deixar o texto mais conceitualizado. Fora que se você sai por algum tempo, os novos comentários não serão aprovados, e com isso possíveis novos leitores podem nunca mais voltar, achando que você não gostou dos comentários.

O que fazer? Bom, o blogueiro pode avisar: vou passar x dias fora, etc etc, mas é claro que muitos leitores podem não gosta. Pô, vou ficar duas semanas sem ler os seus textos ácidos que criticam o governo e às celebridades. E aí, depois que você volta, fica difícil voltar do jeito que era, salvo se o leitor realmente gostar dos seus textos e estiver assinando o RSS.

É claro que tem outros motivos para uma ausência, e nem sempre dá para avisar. E se você tiver de viajar às pressas? E se o PC der defeito? E se você tiver de ir ao hospital e acabar ficando internado?

Tudo bem que, no caso do casamento, você vai querer ficar longe do trabalho. Curtir a outra pessoa, esquecer de internet e de ficar atualizando o blog. Apesar de muitos blogueiros gostar de postar, isso dá trabalho, e tem dias que você não tem vontade de mandar um texto. Ou pode estar sem assunto. Todo mundo tem direito a ter um descanso de vez em quando, até mesmo os blogueiros, mas acaba ficando ruim para a gente. A maioria não tem descanso, mas gosta do que faz, e aí não liga pra ter férias. Mas também não pode exagerar e esquecer de viver por conta do trabalho. Tudo em excesso faz mal, até mesmo aquela atividade inofensiva que você acha que não faz mal, mas que você acaba abusando. Jogar é bom? É, mas não é bom ficar só nisso.

Trigger Happy - Livro gratuito sobre games

Segue trecho do tupinihon:

Steven Poole liberou uma versão gratuita do seu livro “Trigger Happy - Videogames and the Entertainment Revolution” sob a licença Creative Commons. A obra fala da estética dos videogames, o que há em comum com o cinema, artes e literatura, e o que os tornam diferentes de outras mídias em termos de forma, psicologia e semiótica.

Ou seja: um livre free (até quando eu não sei, mas o cara deveria deixar este livro com tempo indeterminado no site dele!) e que pode render uma leitura interessante. Recomendo o download!

[Via tupinihon]

Nova sala de estudos na UniDev e nova pista no nome do jogo!

Vira e mexe os usuários criam tópicos na UniDev com competições e salas de estudo, para que os usuários possam ter assuntos para estudar (ou mesmo modelar). Esta semana surgiu mais uma sala de estudo, onde, segundo o organizador, o usuário pode tentar fazer o melhor que ele sabe em 3D:

Arena - “My best skill on 3D Design”

Como esse tópico coincidiu com o início do meu novo projeto, então decidi unir o útil ao agradável para participar da sala e postar aqui o andamento da modelagem.

Eu decidi fazer o primeiro cenário: uma base militar. Eu já tenho ela planejada na mente, mas ainda falta passar para o papel. É claro que eu não posso garantir nada, já que eu nunca cumpro os meus prazos pessoais e não consigo terminar nenhum projeto que eu começo (o CSIB que o diga!). Apenas poucos projetos que consegui terminar, mas ainda assim foram aquém do que eu consigo fazer.

E isso fica como dica para você que vai tentar descobrir o nome do meu próximo jogo. É claro que se vocês não conseguirem eu vou postar os primeiros dados do projeto, mas eu quero dar algum desafio para vocês! E aproveitando, mais uma dica: cada letra é usada no nome do jogo.

Descubra o nome do meu próximo projeto!

Isso mesmo que você leu no título! Esta semana eu vou postar os detalhes (e a logo!) do meu próximo projeto de games (relacionado ao CSIB). A diferença entre este projeto e os outros que nunca acabam é que inicialmente terá apenas o game design do mesmo.

Mas como que vou descobrir? Se você viu a imagem abaixo antes de ler, já sabe a resposta:

Você terá de montar o nome do jogo usando as letras acima. Mas eu quis dificultar um pouco: o jogo terá 14 letras e 4 palavras, sendo que uma das palavras é uma vogal (então é 3 palavras…). O pior é que as letras podem se repetir :P

Dica: uma das palavras tem 7 letras!

Não terá um limite de tempo, e só postarei os detalhes do próximo projeto depois que vocês descobrirem.

Boa sorte a todos!

O começo do Meiobit Games

Como vocês ficaram sabendo na semana passada, agora eu também estou escrevendo com regularidade no MeioBit Games, a seção jogos do Meiobit, o maior (e melhor) blog de tecnologia do país. Já era hora de ter uma seção só de games, e quando o Dori me chamou, eu fiquei muito feliz quando ele falou que o MeioBit faria uma seção só sobre isso.

E o começo do blog foi bem interessante, mas uma frase dele me chamou a atenção (que me motivou a escrever este texto):

o novo colaborador, Rodrigo Flausino já chegou com assuntos muito curiosos

Sim. Ontem também andei pensando nisso. Primeiro que escrever no MeioBit é bem diferente do que eu escrever pra cá, e isso tem alguns motivos a considerar:

  1. Mais visibilidade: não estou reclamando dos poucos leitores que tem aqui (aliás, sou muito grato a vocês, e vou continuar normalmente aqui também), mas o número de visitações e leitores de lá é muito maior. E isso dá mais dificuldade à minha tarefa: eu tenho de escrever num nível maior do que eu escrevo aqui, mas quem no final das contas vai faturar serão vocês daqui, já que como eu comecei a ganhar experiência (vocês sabem que eu sou bem informal nos meus textos), futuramente meus textos serão bem melhores do que os anteriores que eu postava aqui. Eu digo nível maior já que lá tem mais leitores, e não posso errar (apesar de que eu acabei errando ontem…). A única desvantagem é que eu não posso passar a impressão de que eu sou um ISTA (e sou mesmo! Mas não sou um fanático).
  2. Pautas para textos: esse é o ponto crítico. Diferente do meu blog, que consigo, sabe-se lá como, ter assuntos (talvez por ter um blog quase genérico), no MeioBit Games essa situação se complica. Eu tenho de ficar percorrendo os feeds não lidos para ver se tem algum assunto que eu posso comentar. É claro que eu também reservei alguns assuntos para, quando eu não tiver idéias, eu escrever sobre isso, e aí o texto dificilmente fica velho.
  3. Assuntos curiosos: como o Dori falou acima, eu vou começar a postar sobre assuntos variados. Primeiro que, ficar postando notícias adoidado é difícil e não tenho todo o tempo do mundo para isto. Segundo que já temos o UOL Jogos, o Finalboss e o Outerspace que fazem isso direto, e com isso não preciso me preocupar. O lance do Meiobit Games é postar informação de qualidade com opinião. E aí eu vou preferir postar fatos curiosos que acontecem por aí (relacionados com games, lógico!), e comentar em cima. É claro que também posso postar notícias atuais, mas vai depender do dia e do tempo que eu tenho disponível, já que se eu pensar em escrever um texto, demorar, e o UOL Jogos postar antes (como um rumor de um lançamento, por exemplo, que saiu nos sites internacionais) aí pode ficar ruim, mesmo se eu postar no mesmo dia.

Por fim, eu tentarei fazer o melhor que eu posso lá, mantendo o nível que eu tenho aqui, mas com menos informalidade (ou talvez eu mantenha…sei lá), e tentando melhorar a minha escrita. É claro que com isso eu acabo sendo concorrente de mim mesmo, já que eu vou continuar postando textos sobre games aqui. E aí eu terei de me auto-avaliar e separar bem que textos podem ser interessantes postar lá e quais textos eu mandarei pra cá. Mas com certeza qualquer informação específica de um jogo que surgir (como por exemplo: Existe a possibilidade do Final Fantasy XIII ter mais de 200 horas de jogo ou Novas imagens de God of War 3 eu vou mandar direto pra cá, além de comentários de notícias nacionais).

CSIB - Considerações finais sobre a biografia

Este é o último texto da biografia do CSIB, uma biografia enorme que consumiu muito tempo e gerou uma série enorme de posts. Alguns podem ter achado uma tremenda bobagem eu ter feito isso, mas era necessário, já que eu precisava explicar algumas coisas do projeto. E como o primeiro teste de texto estava ficando muito grande, optei por dividir, e assim fui postando aos poucos. Confesso que eu poderia ter terminado muito antes, mas eu acabei enrolando. Só na última semana, quando eu decidi fazer o texto comemorativo do primeiro ano da minha atividade de blogger, eu optei por acelerar o término desta biografia.

O projeto foi interessante já que foi as minhas tentativas de criar uma estória fictícia e de um game. Desde criança, eu sempre imaginava estórias fantásticas na minha mente, e só recentemente que consegui colocar em prática, tentando criar este projeto.

Além disso, esse projeto me fez mudar de mentalidade. Antes eu era igual a maioria dos usuários que postam tópicos insanos de MMORPG, já que eu queria (na verdade ainda quero) criar um game super complexo. Hoje estou com os pés no chão, já que sei que criar um game é difícil e demorado, e começarei com games mais simples.

Mas não quer dizer que o projeto não vá continuar. Na verdade ele vai, mas como agora estou postando no Meiobit Games, o tempo para os meus projetos pessoais ficará escasso, mas pretendo, em breve, postar o primeiro texto de um novo projeto de um game que fará parte do universo. Quanto aos capítulos que prometi voltar a postar, eles ficarão na geladeira, já que eu preciso, antes de mais nada, planejar com calma tudo, para não me perder e para não ter dificuldades no projeto. Já os contos, eles vão aparecer esporadicamente, e tenho um novo conto praticamente pronto, só faltando digitar (sim, eu escrevi no papel!). E assim que eu terminar eu postarei aqui.

Por fim, agradeço à paciência de todos.

Missão cumprida, hora de tentar novos desafios!

Outras aberturas de games

Antes de mais nada, inauguro aqui mais uma página fixa do blog, com todas as seqüência de posts que eu fiz ou que eu preciso terminar (além de postar lá os links das séries que eu vou fazer). E que, apesar da última série de posts sobre aberturas que me marcaram, tem outras que merecem ser comentadas.

Uma das primeiras que eu vi foi a de Tekken 3, game de luta da Namco que até hoje é um dos melhores games de luta que eu já joguei. E uma coisa que eu gostei deste jogo foi o mesmo ser muito realista. Aqui quase não tem aqueles movimentos a lá Street Fighter, com Hadukens, Psycho Crushers e essas coisas sobrenaturais. Aqui é a essência da porrada: só movimentos corporais de artes marciais, sem magia e mais equilibrado (mesmo a maioria gosta do Eddie, que luta capoeira e é um dos personagens mais legais de se jogar).

Outra abertura digna de nota é a de Parasite Eve. Na época o game foi considerado um Cinematic RPG, com a quantidade enorme de CGs e com uma qualidade que rivaliza de igual pra igual o Final Fantasy VIII. Fora o próprio jogo, que tinha elementos de RPG num jogo mais parecido com um game de ação, além do nível de dificuldade elevado (como o último chefão do jogo, na terceira forma!).