Superinteressante - Os arquivos secretos da Espionagem

Tem dia que você vai na banca de revista atrás de certa revista e acaba encontrando outra! Hoje, na sorte, passei na banca de revista na volta do meu almoço para o meu serviço, para ver se tinha chegado a edição de maio da revista Superinteressante. Acabei não encontrando ela lá (mas sei que esta semana ela deve chegar, mas só depois do feriado de amanhã), mas eu vi uma das revistas na qual eu esperei durante meses!

Algum tempo atrás, eu vi no Orkut sobre os especiais da Superinteressante de 2007, e vi que sairia, em maio, uma revista sobre espionagem. Na hora acabei animando um pouco, mas depois deixei quieto. Deixei quieto até hoje! Sim, quando eu vi ela, eu me animei e não pensei duas vezes! Comprei ela na hora!

Os arquivos secretos da Espionagem - Revelações exclusivas do verdadeiro mundo das ações ocultas. O especial da Superinteressante do mês de maio (a de abril tinha sido a revista Emoção e Inteligência, com capa sobre Fidelidade).

Ao lado, está a capa da revista (clique nela para aumentar). Eu apenas dei uma folheada rápida na revista, e vi que ela está excelente! Ela começa tendo uma introdução histórica, tem uma matéria interessantíssima sobre as agências de inteligência (onde eles também apresentaram o ASIS, o serviço secreto da Austrália, que eu nunca tinha ouvido falar, e que, segundo a revista, parece ser uma agência realmente eficiente). Tem também sobre apetrechos de espionagem que as pessoas podem encontrar na internet (como um binóculo que pode tirar fotos), uma matéria interessante sobre a espionagem no mundo pop, mostrando os agentes dos cinemas, séries de TV, e outros. Tem também sobre as principais operações de espionagem, uma biografia de alguns espiões, e outras matérias.

Para quem gosta do assunto, vale a pena comprar a revista (fora que ela tem o selo Superinteressante, e todas as revistas com este selo eu tento adquirir, já que já sei que vou encontrar uma revista interessante (trocadinho? Hehehe)). E que venha a Superinteressante de maio e quem sabe a nova edição da Sapiens!



Aprenda a fazer jogos em 10 anos

Parece que o texto Aprenda a programar em dez anos (que eu cheguei a comentar aqui), rendeu outro texto bastante interessante (principalmente para quem está afim de criar jogos):

Aprenda a fazer jogos em 10 anos

O texto é bem interessante no sentido de que, até para programar jogos, demora pro desenvolvedor fazer algo decente. E tenho de concordar com ele, já que eu tento estudar gamedev há cerca de 2 anos e meio, e ainda não saí do básico (só sei programar um pouco em Java e sou muito noob em Blender (ainda)). E, em qualquer área de trabalho (não importa se é tecnologia ou medicina, por exemplo), demora muito tempo para a pessoa dizer que ela é boa no que faz, mas ainda assim, acho que nem durante a vida toda a gente poderá chegar e dizer: estou no topo. Fora que, como o mundo sempre muda e sempre tem novidades de todos os locais (e é por isso que a vida é boa. Se tudo ficasse na mesmice, a vida não teria graça (descontando os monges que ficam anos sempre rezando e fazendo as mesmas coisas. Não sei como que eles conseguem…)), sempre poderemos ver novidades da área que a pessoa atua. É igual um jogo de RPG: você começa ruim e aos poucos vai melhorando, ganhando experiência no que faz. É o aprendizado contínuo.

Vale a pena ler o texto!

[Via GameReporter.org]

Dream Theater - Constant Motion

Segundo notícia publicada no Whiplash, o Dream Theater disponibilizou online uma das faixas do novo álbum Systematic Chaos (capa ao lado. Clique na imagem para aumentar). E a música se chama Constant Motion. E para baixar, será necessário fazer um cadastro nesta página, que depois o site envia o link para download no email que você colocar no cadastro.

Para quem for baixar, o arquivo mp3 tem 12,6 megas (já que aqui o Firefox não mostrou o tamanho completo do arquivo na hora do download).

Escutei esta nova música e achei ela bem pesada e ligeiramente diferente do último álbum do Dream Theater (que, sinceramente, eu achei o Octavarium de nível médio). Tá mais para o álbum Train Of Thought. Na primeira audição eu quase quis mandar esta música para a lixeira (hauhauhau), mas, depois que fui escutando ela, eu acabei gostando da música! Vale a pena dar uma conferida.



Novos golpes de hackers na praça

Duas notícias que vi no TNow me chamaram a atenção:

Links patrocinados do Google espalham vírus

Novo golpe: hackers abandonam pendrives com vírus

O primeiro link se refere aos anúncios do Google. Esses dias, um dos anúncios me interessou e eu cliquei nele. Mas o problema dos anúncios é que não aparece o link deles no Firefox (no canto inferior esquerdo do navegador, onde mostra os links das páginas). E uma das coisas que eu sempre faço ao ver um link é mover o mouse para cima da palavra e ler o link, para saber se certa página é confiável. Fora que muitos usuários (que normalmente devem fazer isso) clicam nos anúncios e acham que não estarão sendo levados para uma página com vírus, já que as pessoas acham que o Google deve conferir cada página cadastrada para aparecer nos banners do Adsense (na verdade isso é uma suposição. Eu não sei como que funciona o sistema de cadastramento do Adsense e nem quais são os critérios para que certa página apareça no anúncio). E aí muitos hackers se aproveitam da situação.

Já o segundo link é algo que já foi bem discutido, mas não usando pen-drives. Para quem conhece segurança, já deve ter ouvido falar de engenharia social. Para quem não sabe o que é isso, uma rápida explicação.

Segundo a Wikipédia, a engenharia social “é um método utilizado para obter acesso à informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o ‘engenheiro’ pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc. É uma forma de entrar em organizações muito facilmente, porque não necessita da força bruta ou de erros em máquinas, ela explora com muita sofisticação as falhas de segurança dos humanos, que quando não treinados para esses ataques, podem ser facilmente manipulados. Algumas empresas investem fortunas em tecnologias de segurança de informações e protegem fisicamente seus sistemas, mas a maioria não possui métodos que protegem seus funcionários das armadilhas de engenharia social”.

Um dos ataques mais comuns de engenharia social é o lance de espalhar, numa empresa ou próximo a ela, disquetes e CDs/DVDs infectados para que algum funcionário desavisado coloque no computador. E as pessoas são curiosas e se encontram um CD, elas podem acabar vendo o conteúdo deles. Se o hacker descobre um nome de um dos funcionários, ele pode deixar o cd num ponto estratégico e outro funcionário pode pegar o cd e ver (antes de entregar pro “suposto” dono). E aí o CD infecta o computador do usuário e depois pode infectar a rede interna da empresa, prejudicando-a.

Ao fazer pesquisas sobre isso agora (para procurar definições de engenharia social), eu achei um link bem interessante sobre isso:

Engenharia social com drives USB

O link é do ano passado, mas já mostra que já foi cogitado isso antes, e que algumas organizações podem tentar treinar seus funcionários para prevenir este tipo de ataque. Apesar da maioria dos usuários de e-mail já tem algum conhecimento de como pode evitar ser infectado, o lance do pen-drive foi até novo para mim. Eu mesmo, se achasse um pen-drive na rua, iria utilizá-lo e colocaria sem pensar duas vezes no meu drive USB do meu computador. E aí eu poderia me ferrar sem saber.

Os bastidores da Operação Furacão

Tudo bem que é um post atrasado, mas, semana passada, eu li uma das melhores reportagens da revista Época (que eles colocam no site, já que eu não compro esta revista):

Por dentro do furacão

Mas por que eu deveria comentar essa matéria? Simples: como eu estou fazendo um jogo de espionagem (e baseado no Brasil), a reportagem, mostrou como que eles fizeram esta operação. O começo desta reportagem foi essencial, já que mostrou como a inteligência da Polícia Federal agiu nessa situação. E como eu quero deixar o jogo o mais próximo possível da realidade (é claro que é impossível deixar 100 por cento, mas pelo menos o básico eu quero deixar). Para quem gosta do assunto, vale a pena ler.

Novo portal: Instituto dos Jogos

Durante algum tempo, Christiano Lima Santos, um dos administradores da PDJ, andou cogitando a idéia da criação de um novo portal de desenvolvimento de jogos. E este portal agora está ao ar (mas ainda não está completo):

Instituto do Jogos

Segundo ele, “o portal possui como objetivo atuar na área de educação e treinamento à distância na área de desenvolvimento de jogos, contando para isso com a produção de apostilas, artigos, cursos, webinários, etc”.

Pessoalmente eu achei esta idéia excelente, já que, se tiver um local com cursos e materiais, e esses cursos forem online (e espero que sejam gratuitos), poderá alcançar quem não pode entrar num curso de criação de games, tanto por questões financeiras quanto por questões geográficas (como eu, que moro no sul de Minas Gerais). E sei que, por ser um admin da PDJ que esteja por trás, dá pra confiar (mas, como desenvolvedor, sei que ele deve estar sofrendo para colocar o site no ar), e eu também vou participar do curso, já que eu sempre corro atrás de conhecimento de gamedev no meu tempo livre.

[Via Unidev]

Metal Gear Solid - Operação Argamassa

OK, eu já postei isso no antigo blog, mas decidi postar aqui de novo. Fora que, aqui, pelo menos o link permanente só vai ter esta página (diferente do blog do UOL, onde o link poderia carregar incorretamente).

Esses vídeos é uma sátira muito bem feita da série de games Metal Gear Solid, e o melhor é que foi feita por brasileiros e tem até comunidade no Orkut sobre isso. É muito engraçado esses vídeos, fora que o povo da comunidade pede para que eles continuem, mas fazer uma seqüência de vídeos com uma qualidade boa é difícil.

Segue links (para quem quiser conhecer. E assista na ordem):

Operação Argamassa - Parte I

Operação Argamassa - Parte II

Operação Argamassa - Parte III

Operação Argamassa - Parte IV

Operação Argamassa - Parte V

Operação Argamassa - Parte VI

Operação Argamassa - Parte VII

Operação Argamassa - Parte VIII

Card Games Virtuais é mania no Japão

Saiu no Antenado um post muito interessante:

Card Games Virtuais é mania no Japão

No post fala de um cardgame jogado como se fosse um jogo de videogame, onde os jogadores controlam uma mesa colocando as cartas em cima e uma tela mostra o jogo em ação. É um pouco difícil de entender (mas no link tem um vídeo mostrando o jogo sendo jogado pelos japoneses).

Mas já imaginaram o cardgame Magic - The Gathering assim? Tipo, você coloca as cartas numa mesa e vê numa tela o resultado. Para quem joga (e que vai conseguir entender), vai com certeza ver todo o seu exército de “monstros” (no jargão do jogo, são as suas criaturas) indo pras cucuias com uma Cólera de Deus (mostrando uma bola branca destruindo tudo) ou mesmo um pequeno exército de elfos que um espectador mais desavisado (e que não saiba nada do jogo) poderia associar com o World of Warcraft. Mas aí perderia o status de jogo colecionável, já que ter as cartas pode ser gratificante para quem joga (fora que as cartas mais poderosas do jogo (e que não são relançadas) custam muito dinheiro. Essa Cólera de Deus mesmo custa cerca de 30 reais no mercado de cartas pela internet. Para alguns pode ser pouco, mas tem cartas que custam mais de 500 dólares, e essa brincadeira pode acabar saindo muito cara.

Nova versão do XNA

Segundo post no site Onipresente (do membro ACDias da Unidev), parece que saiu uma nova versão do XNA Game Studio Express e do XNA Framework:

Nova versão do XNA

Ultimamente eu ando organizando um Contest de criação de jogos na Unidev, mas alguns projetos estão usando o XNA e, para rodar, tem que ter o XNA Game Studio (como ele afirmou no tópico do projeto Mr. Pluck). Aí eu teria de intslar para poder rodar os testes do pessoal.

Fora que eu posso, talvez, começar a estudar esta ferramenta para começar a criar games para o XNA e quem sabe ter know-how para rodar games para o XBox 360.

O Nintendo DS e seus jogos nada convencionais

Saiu uma nova notícia no UOL Jogos sobre os games do Nintendo DS. Até aí nada demais, mas essa notícia merece ser comentada já que os jogos em questão são jogos exóticos. Jogos que dificilmente sairiam em consoles comuns, já que o Nintendo DS (e plataformas como os celulares e o PSP) é uma plataforma limitada e seus jogos são mais simples tecnicamente. E o processo de desenvolvimento de um jogo para o DS possui um custo mais baixo do que um jogo para um console da geração atual (como o Playstation 3 e o XBox 360), além de ser mais rápido. Segue matéria:

Nintendo DS ganha mais títulos ‘exóticos’

Tem alguns títulos citados nesta reportagem que beiram o bizarro como os da Eletronic Arts, sobre vinho, saquê (uma espécie de bebida japonesa), e outros. E não podemos nos esquecer do Cosmetic Paradise, um jogo de maquiagem e que não foi citado na matéria (que eu já citei no post Você compraria um jogo de maquiagem para sua filha?). Tudo bem que jogos educativos e que possam servir como base de conhecimento até que seriam úteis (como o jogo de calorias que pode ajudar quem está de dieta), mas tem jogo também que nem sei se teriam alguma venda rentável.

Muitas empresas, críticos e jogadores reclamam que os games não estão mais tendo aquela originalidade, e é raro surgir algum game diferente e que possa ser bom (por exemplo o Okami, para o Playstation 2) , e o DS pode ser a plataforma ideal para que empresas independentes possam tentar lançar jogos. E tudo bem que esses jogos excêntricos podem ser criativos, mas tem que analisar se seria rentável lançar um jogo desse e não ser mais um no enorme mercado de jogos.