Doação de Apostilas

Finalmente eu consegui executar uma das ações que eu planejei fazer há alguns meses mas nunca tinha conseguido colocar em prática. Doação de apostilas.

Fotos:

Mas por que doar apostilas? O que normalmente acontece é o seguinte: durante a nossa vida escolar, é obrigatório as crianças e adolescentes (e quem está na faculdade também) ter que adquirir material didático para estudar. E nas escolas particulares, a escola (que normalmente tem parceria com algum grupo educacional) adquire os livros deste grupo e o repassa para os pais (mas aí os pais tem que desembolsar uma boa quantia, que normalmente é alta). Só que, depois que completa 1 ano, as apostilas ficam obsoletas (exceto em casos onde o estudante usa elas como um complemento para um cursinho ou passa o ano estudando para o vestibular), e os pais acabam deixando elas de lado, num armário, gaveta ou mesmo no porão da casa. Eu mesmo conheço um amigo que tem um quarto onde ele guardava todas as apostilas desde a época que ele começou a estudar (pré-escola). Mas os livros guardados podem ser guardados de forma errônea e/ou é difícil alguém querer conservar estes livros para uso futuro. E pode acabar sendo ninho de insetos que podem, depois de algum tempo, começar a destruir os livros (fora que a Natureza também dá uma ajudinha).

O que fazer com estes livros? Muitos pais acabam jogando fora e a possibilidade dos livros serem destruídos pelos veículos de limpeza (aqueles caminhões da prefeitura que levam os lixos para os aterros sanitários), e destroem algo que poderia ajudar outras famílias. Quantas famílias não tem dinheiro nem para comprar uma revistinha de 1 real para seus filhos, que poderiam começar a cultivar o hábito de leitura (mesmo se for da Turma da Mônica ou dos X-Men). Quantas famílias não tem dinheiro para colocar seus filhos em escolas particulares e aquelas que conseguem ter bolsas muitas vezes não tem dinheiro para comprar apostilas caríssimas para os seus filhos? As fotos acima são apostilas de 3 anos do ensino médio que custou, na época, cerca de 1000 reais (somando os 3 anos). É claro que os educadores sempre vão melhorar o material didático, mas e as apostilas antigas? Elas tem o mesmo conhecimento que as apostilas mais novas, já que a maior parte do conhecimento básico estudantil não muda (ou alguma fórmula matemática básica muda depois de algum tempo?), mesmo que as apostilas tenham sido continuamente aprimoradas com o passar dos anos (fora que a escola particular pode trocar de grupo estudantil).

O melhor caminho é a doação deles. Alguns conhecimentos são ultrapassados (como os livros de história que sempre adicionam os fatos do ano anterior), mas em sua parte não mudam. Acho que só livros de química podem ter alguma mudança, mas a explicação das fórmulas e das cadeias de átomos é quase a mesma. É muito melhor dar para quem precisa do que deixar os livros atoa num local escuro da casa e que estão sendo ninhos de traças, aranhas, baratas, e etc. Numa biblioteca, eles podem ser melhor conservados e mais pessoas tem acesso a elas.

Mas também existe a diferença entre doar uma apostila e um livro. Num livro (para este artigo, usaremos os livros técnicos, não importando a área), o estudante pode sempre voltar a consultar ele (como um livro de história geral ou mesmo um livro de uma linguagem de programação), mesmo que, 1 ou 2 anos depois, ele fique ultrapassado. Mas se você tem condições de atualizar a sua biblioteca, por que não doar também um livro que você pode não usar mais. Pra que deixar ele na estante só como enfeite? Você pode substituir e colocar uma edição mais atual (como os livros do Deitel que ensinam a programar), e/ou pode vender também o livro com um preço mais em conta para alguém, já que normalmente uma linguagem de programação não muda (mas ela ganha mais ferramentas, e você pode se atualizar pela internet).

Hoje a gente vive um momento onde o paradigma da leitura e dos livros podem mudar. Eu acredito que os ebooks e as bibliotecas digitais são o futuro do conhecimento. A informação a serviço de todos. Fenômenos como a Wikipédia, onde qualquer um pode melhorar ela, está mudando o modo de pensar do ser humano, fora que também pode ser prejudicial, Atualmente, o conteúdo e a qualidade da Wikipédia está sendo questionado pela má qualidade. Ora, qualquer um pode editar qualquer verbete e colocar uma informação que ele julgue correta na hora, mesmo que, em linhas gerais, pode ser errada, já que é a opinião do usuário que ele está em jogo. Mas onde que a gente poderia procurar informação de qualidade? Os artigos científicos são uma saída, mas ainda assim depende da boa vontade do autor para ele disponibilizar um artigo na internet para consultas de pessoas interessadas. E ainda assim o artigo pode ter falhas, já que a gente erra.

Se num futuro próximo não tiver mais livros, as árvores agradecerão, mas aí tem o lance da interface, pois um livro não machuca a visão (ou você consegue ler durante horas a fio na frente de um computador?), e eles ainda serão essenciais para a nossa vida e para adquirir conhecimentos e usar eles de forma correta (de acordo com o usuário).

A doação dos livros acima foi para a biblioteca pública de Varginha, uma biblioteca onde qualquer pessoa pode entrar e ler algum livro, e onde as pessoas mais carentes fazem suas pesquisas escolares, já que elas normalmente não tem acesso à internet para criarem trabalhos escolares. Eu tive ajuda da minha avó (com 68 anos!) que me ajudou a levar os livros em duas malas enormes e pesadas. Mas a gente enfrenta essas adversidades (já que custou para levar os livros até a biblioteca e acabei chegando atrasado no meu serviço) para fazes uma boa ação. E eu sempre adiava a entrega desses livros, já que eu tentava acordar cedo para aproveitar a carona do meu padastro (que tem carro) para me ajudar. Mas hoje eu consegui levar os livros de ônibus (o que eu sempre pego para ir pro meu trabalho).

Para finalizar este texto, agradeço a todos que tiveram paciência para ler e se tiver apostilas e livros que você não use mais, doe. As pessoas morrem um dia, mas os livros acabam ficando (dependendo da conservação dos mesmos), e nada consegue tirar a alegria de ver o sorriso de uma criança que ganha um presente que pode distrair ela ou mesmo ajudar ela a adquirir conhecimento (que ela poderá usar no futuro), num mundo onde a violência cresce e a intolerância aumenta a cada dia. Onde países como a China censura o conhecimento adquirido e onde pessoas sem um pingo de noção queimam livros em praça pública, achando que estão fazendo a coisa correta.



Análise - Batman Begins

Segunda análise de filme para este blog, e decidi pegar um filme que eu já tenho o DVD e tirei uma folguinha neste carnaval para assistir (na verdade é re-assistir). E pelo título eu assisti Batman Begins.

Acho que a maior parte das pessoas deve ter visto este filme e feito comparações com os outros Batmans anteriores, fora que depois do mega-sucesso Homem-Aranha, muitos filmes baseados nos quadrinhos começaram a surgir e eles teriam que ser realmente bons. Os filmes anteriores do Batman, apesar de na época eu ter assistido, re-assistido, hoje posso dizer que são péssimos. Todos eles!

Este Batman é, como foi o 007, uma reinvenção. Eles decidiram pegar tudo do zero, mostrando a construção do personagem em si, seus treinamentos, seus equipamentos, e outros. Além de ser muito mais realista. O filme mostra a morte dos pais de Bruce Wayne, como que Bruce conseguiu o medo de morcegos (e a sua base para o personagem, a roupa e o símbolo), e os seus aprendizados para ele conseguir entender o mundo do crime. Eu já vi por aí que o Batman é o herói mais real de todos e que ele possui uma mente analítica impressionante, ou seja, um quase CDF e especialista no mundo do crime. Além de ele usar o dinheiro que ele tem para combater o crime, usando de ferramentas tecnológicas avançadas.

E como na maior parte dos filmes tem que pegar o que tem de mais atual na tecnologia ou mesmo “inventar” um pouco o futuro, como o super-carro com seus componentes eletrônicos, o lance do Kevlar (pois quando eu revi o filme eu lembrei do lance do helicóptero (que postei alguns posts abaixo deste), e outros.

Voltando a falar do filme, o início dele mostra a morte dos pais de Bruce e dele correr pelo mundo cometendo crimes para tentar entender eles. E ele acaba indo para a Liga das Sombras, uma organização que combate a justiça usando de certos métodos (como se fosse uma organização terrorista), e ele aprende a lutar e a usar da teatralidade e da ilusão, uma das regras do Batman, já que ele é um só e não é o Super-homem.

Durante este começo é mostrado também alguns flashbacks importantes de sua estória, onde tem a Rachel, uma amiga de infância que virou promotora, uma das poucas pessoas da cidade (e agora falando de Gotham City, uma das cidades mais famosas das HQs, ela é uma cidade violenta e corrupta, onde os criminosos (como o Falcone, do filme) compraram tudo: o sistema judiciário, o executivo, ou seja, o cara mandava em tudo e a violência existia em todo o lugar). E depois que Wayne volta, ele acaba tendo de usar 2 identidades: a normal (do playboy) e a do Batman, e é onde o filme fica bom! Cenas de ação muito boas, o batmóvel (que é muito melhor e mais bonito do que aqueles carros bizarros que tinha nos outros filmes e naquela série dos anos 60) E os inimigos dele são o Falcone, o Espantalho e o mandante do espantalho (que não vou contar para não estragar a surpresa).

Análise final do filme: Excelente! Se ainda não assistiu, assista, é uma diversão muito boa! Por fim, o filme vai ter continuação e mês que vem deve começar a filmagem normal do segundo filme, que terá o Coringa como vilão. Vamos aguardar!

Metal Gear Solid 3: Snake Eater - Primeiras Impressões

Finalmente consegui pegar e jogar um dos melhores jogos já lançados para os videogames (e um dos games que fazem as pessoas comprarem consoles só pra jogar os games (que normalmente são exclusivos para certas plataformas)): Metal Gear Solid 3: Snake Eater!!! No dia que comprei o Playstation 2, eu tentei comprar o Metal Gear junto (mas era a versão Subsistence), mas na época, eu acabei pegando a versão japonesa do jogo. E como eu sempre tento entender o jogo (e seu enredo), eu acabei trocando de game, já que eu sempre tento usar a versão americana dos jogos. E neste Metal Gear, o vendedor me garantiu que era a versão americana (mesmo sendo a primeira versão deste Metal Gear). Então decidi comprar o game. E era a versão que eu queria!

Esta análise inicial eu vou fazer comparações com o game Metal Gear Solid (o primeiro game da série lançado para o Playstation 1 (ou PSOne). Tudo bem que teve versões anteriores para o MSX, mas o do Play 1 é o primeiro real!), já que é o único Metal Gear que já joguei (e o Metal Gear Solid 2: Son’s of Liberty eu devo pegar futuramente). E no primeiro Metal Gear, antes da tela inicial (onde você escolhe as opções iniciais de jogo) havia uma pequena (e interessante) cena de abertura (e eu até já usei esta cena em um trabalho da faculdade!). Mas no Metal Gear 3, não tem esta cena, mas depois que você inicia o jogo, a cena de abertura é simplesmente fantástica! Impressionante! Fora que, até onde joguei, todas as falas são dubladas (diferente do Final Fantasy XII, mas o Final Fantasy é um jogo enorme e colocar som consome muito espaço do DVD). Se eu falei há cerca de 1 mês que eu estava com coragem de pegar todas as falas do Final Fantasy e traduzir, eu não estava brincando! E vou fazer isso, mas usando o Metal Gear 3! Mas eu terei de gravar no vídeo cassete ou filmar usando a minha câmera digital.

Depois da cena de abertura (3 no total, sendo que eu gostei mais da primeira parte e da terceira, apesar de que as 3 são impressionantes) começou o jogo em si. E é também um reaprendizado total na jogabilidade, já que faz muito tempo que eu não jogava Metal Gear. E quem só jogava Splinter Cell e Final Fantasy XII sabe que a visão da câmera é uma das melhores (eu acho a melhor). Mas é falta de costume, e sei que depois de um tempo vou acabar me acostumando.

Basicamente a câmera é vista de cima (na verdade é similar aos Final Fantasy do Super Nintendo) e você tem alguns movimentos básicos. Você pode usar tanto o direcional analógico esquerdo ou o direcional normal (digital) para se movimentar (mas o direcional digital serve para você andar e o analógico a velocidade é alta), e usar o direcional analógico esquerdo para movimentar a câmera (mas ela só movimenta em volta do personagem). E diferente do Final Fantasy XII, você acessa os menus e opções com o botão Círculo e sair deles usando o botão X. O botão círculo também serve para o Snake atacar. Já o botão R1, serve para Snake entrar em modo de 1ª pessoa (mas só pra ver a área. Você não consegue movimentar ele com esta visão (que aliás, na cena 3 da abertura você consegue usar esta câmera durante a cena não-interativa)). E os botões L2 e R2 servem para acessar os itens dos menus. Se você equipar a faca, você pode usar ela apertando o botão Quadrado, e o botão Select serve para ativar o Codec.

Já o Codec ficou bem diferente do Metal Gear Solid. Aparece uma visão (embaçada) do Snake ao fundo e no canto superior esquerdo aparece a “outra ponta da conexão” (comunicação) que é a pessoa que está falando com o Snake. E, diferente do Metal Gear 1, não aparece os rostos se mexendo, mas ocasionalmente, aparece uma cena interativa no lugar dos rostos (similar aos vídeos de treinamento do game Splinter Cell: Double Agent).

Voltando a jogabilidade, comecei a jogar. tentei reconhecer o cenário, andar um pouco, etc, e vi que é bem difícil controlar o personagem! E durante a jogatina, fiquei escutando os comentários do meu irmão: Desenvolve! Desenvolve! Quero ver jogo! E depois ele foi dormir. Eu cheguei a jogar anteontem (14/01) lá pelas 11 e meia, e enquanto termino de digitar esta análise hoje o meu irmão pegou o game pra jogar e vi ele conseguir fazer o que eu eu nem tinha tentado: ele conseguiu catar alguns cogumelos, um sapo (e eu só cheguei a matar algumas cobras) e conseguir encontrar os primeiros oponentes humanos!

Eu joguei até chegar na árvore e pegar os equipamentos de Snake (já que durante a descida a mochila acabou ficando num galho de uma árvore). Então cheguei nela e consegui subir (depois de algumas tentativas frustradas). Para subir você pode pressionar o botão Triângulo 2 vezes e para pegar a mochila é só usar o Triângulo de novo.

E enquanto eu tava vendo meu irmão jogar, aconteceu o primeiro Game Over, e com isso aparecer a mensagem Time Paradox. E já saquei na hora o que isso significa: como estamos jogando com Big Boss (spoiler!), então se ele morre, o Solid Snake não irá nascer, e com isso nã existirá os games Metal Gear Solid 1 e o 2!

Avaliação final desta primeira impressão: Gostei! Estava dentro das minhas expectativas em relação a este game. Agora é arrumar tempo para jogar o mesmo!



Fafnir derrotado!

Às 11h54 da manhã do dia 11/02/2007 (algumas horas atrás) entra para a história da minha vida pessoal por ter conseguido derrotar, depois de muito custo, dedicação, itens perdidos e muitas tentativas anteriores frustradas, o inimigo Fafnir (foto ao lado, no fundo da imagem), um dos hunts (caçadas) do game Final Fantasy XII. Acho que devo ter demorado mais de meia hora para derrotar ele. E, pelo que vi agora neste link (eu escrevi parte deste post num caderno lá pelo meio dia e meia, e só agora eu estou digitando no Word para passar pro blog), ele tem mais de UM MILHÃO de pontos de vida. Na hora que eu enfrentei, eu achava que ele tinha uns 300 mil pontos de vida, mas um milhão? É foda! E ele é o inimigo mais forte do jogo até aqui (e eu parei em Pharos, Third Ascent, a última dungeon gigante do game antes do mapa final).

O Fafnir é um dragão branco que vive em Paramina Rift. Eu nunca tinha visto um inimigo tão forte e tão poderoso neste jogo! Ele usava ataques poderosos como Shock (mais de 4000 de dano em um personagem), White Breath (mais de 3000 de dano em todos (os que estivessem na reta do assopro), além de causar vários Status negativo, como Stop e Sleep), Rake, onde o desgraçado pode fazer vários hits e acabar com um personagem (mesmo se você tiver uma quantidade elevada de pontos de vida e mesmo se você tentar ficar na frente dele para receber o dano (suicida, não!)).

Quando for enfrentá-lo, evolua muito (mas muito mesmo!) antes. Eu matei ele com Reddas e com todos os personagens no level 59. Usei e abusei da magia Bubble, que dobra o HP, configurei os Gambits para curar com Curaja (quando o HP vai abaixo dos 50%), muitos itens de cura (X-Potions) e muitos itens de cura de status (vá com mais de 50 com todos os itens possíveis, mesmo que você não use. Você pode guardar pra usar depois contra outros oponentes (pelo que eu vi ele somente causa Stop, Silence e Sleep)). Além dos gambits normais, configure para, quando der KO, usar Phoenix Down, já que o item eu acho mais rápido que a magia Arise (que ressuscita e cura tudo). E coloque o ítem Sage’s Ring para que o personagem gaste metade do MP. E com isso, você pode descer a pancada nele! Não recomendo em hipótese alguma usar Quickenings, já que você vai usar muito o MP para se curar nas batalhas com ele.

É claro que tudo que postei acima são dicas. Você escolhe o meio de derrotá-lo. Mas acredite, é um inimigo muito foda e difícil. E pelo que li no link acima, sei que vou encontrar inimigos mais poderosos e com HP maior, mas esse entra pro Hall dos super-inimigos que já enfrentei em todos os RPGs que já joguei!

Uma aventura numa festa infantil e usando uma câmera filmadora!

Quarta-feira passada, eu fiquei sabendo que a filha da chefe da minha mãe organizaria uma festa infantil para a sua filha, que completaria 3 anos, na sexta-feira. Eu não iria na festa, até a minha mãe me ligar no serviço e pedir pra mim se eu poderia filmar partes da festa usando a filmadora da chefe dela. Na hora pensei que seria uma daquelas câmeras pequenas, mesmo gravando naquelas fitas pequenas. Então aceitei a proposta (e ela iria me ensinar a usar a câmera na hora da festa).

Chegou sexta-feira (ontem) e pedi pro meu chefe me liberar mais cedo, para que eu pudesse chegar antes dos convidados (que deveriam chegar às 17h30). Cheguei lá e caí do cavalo! A câmera era do tipo grande, ou seja, aquelas câmeras de carregar no ombro, uma câmera enorme, e o filme seria gravado numa fita VHS! É mole? Eu, um usuário de tecnologia (e dono de uma câmera de 6 megapixels que também seria usada para tirar fotos da festa (e em breve devo postar algumas fotos aqui)) usando uma câmera que gravaria numa fita VHS! Voltei à idade da pedra! Mas o pior é que, além da câmera gigante, eu teria de carregar uma bolsa com a bateria da câmera dentro! E pesa! Chuto uns 5 quilos ou mais só a bateria! A câmera ficaria ligada na bateria com um fio, e eu ficaria filmando durante a festa, para, depois, a fita ser convertida para um DVD.

O desafio da filmagem foi grande. E eu aprendi rapidamente a usar a câmera (além de ter acertado o relógio da câmera, o que achei um pouco desnecessário (agora)). Ela tinha uma alça (que mais parecia um gatilho de uma arma) na frente com o botão Rec pequeno (e de cor vermelha) e dois botões em volta (um em cima e outro embaixo) que serviam de zoom. Fora que eu mais apanhava com o botão power e com a bateria (teve uma vez que a câmera não ligava e quando fui ver, era um dos fios da câmera que estava desconectado da bateria) do que com a câmera em si. O pior foi que durante o uso da câmera, depois de um tempo os meus ombros começavam a doer (e doía muito), e tinha que tirar tudo, colocar a câmera no chão (num espaço onde as pessoas não iriam andar) e descansar um pouco.

Festa vai, festa vem, muita criança dançando (e alguns adultos também!), chega a hora de todos cantarem parabéns. Fui filmando (e tava tudo escuro), e a dona da câmera me avisa que eu precisaria de uma lanterna especial (que coloca em cima da câmera). E aí ela manda a gente cantar tudo de novo! Eu quase desmontei na hora! Pelo menos consegui mastigar um pedaço do bolo (apesar de que eu tive de resolver alguns problemas técnicos e nem consegui terminar o meu prato.)

Análise final: muito interessante e uma aventura dahora, pois eu não sabia usar uma filmadora, e quando a gente via as crianças felizes e se divertindo, nós acaba ficando felizes também, e se lamentando por não ter aproveitado melhor a minha infância (que é a época onde a gente não precisava se preocupar com contas e só podíamos brincar durante todo o nosso tempo (mesmo na escola, a gente poderia ficar brincando e fazendo os deveres de casa)). Época boa não volta mais!

Notícias Diversas - 07/02/2007

Algumas notícias interessantes sobre jogos e consoles de hoje:

Consoles podem ficar inúteis em cinco anos, diz Blizzard

Acho um pouco difícil os consoles ficarem inúteis, mas hoje o PC está virando um centro de entretenimento. Eu vejo vídeos no Youtube, escuto música (Vanishing Point - Hollow (música fantástica!)) enquanto escrevo este post, uso o PC pra ganhar dinheiro (criação de softwares) e como diversão (jogos). O PC hoje tem 1001 utilidades (só lembrando daquela propaganda da Bombril…).

Jogar videogame melhora visão, diz estudo

Ou seja: mais uma desculpa com fundamento para os pais mostrarem aos filhos e também mostrar o que a gente está careca de saber: videogame melhora o reflexo e a agilidade mental!

Estudante de Pernambuco vence concurso XNA Challenge Brasil

Parabéns para o vencedor do concurso. Pelo menos tem empresas como a Microsoft (sim, ela!) com muitas iniciativas legais! Até dá vontade de aprender a ferramenta. Quem sabe no futuro!