Começando com as análises de filmes deste blog, decidi começar pelo filme Minority Report: A Nova Lei.
Escolhi este filme pois eu vi que é um filme muito bom (e que passou na Globo na última segunda-feira). É claro que muitos vão torcer o nariz (nada consegue agradar todo mundo), mas vou postar assim mesmo!
Basicamente o filme é interessante por mostrar um futuro bem real (apesar de certas discrepâncias). A história do filme é boa: um departamento de polícia consegue prever assassinatos e tenta impedir antes que eles ocorram. Contra o crime, é um sistema perfeito (e é um sistema sem falhas). A previsão do filme é feita por 3 pessoas (pré-cognitivos) que conseguem prever o futuro. Mas um dos crimes previstos é justamente o que o chefe da agência iria cometer. Então ele tenta provar a sua inocência e no meio de sua missão ele acaba descobrindo falhas no projeto. Só assistindo o filme para ver.
Mas o melhor do filme, para mim, é os seus efeitos e a descrição do futuro feito pelos roteiristas e pelo Spielberg (o diretor): a interface háptica (no início do filme) onde os personagens manuseiam telas usando as mãos, a casa inteligente, onde, com os comandos de voz, você pode acender a luz ou ligar a televisão. Também tem os robôs construindo um carro sozinho, sem intervenção humana, e os carros sendo pilotados sem motorista. Isso pra mim é o futuro, e um futuro não muito distante e mais fácil de acontecer. A Inteligência Artificial sempre está em evolução, e a interface háptica já tem protótipos e projetos em funcionamento (como a lousa interativa).
Para terminar, duas informações interessantes: ao procurar a imagem acima (eu comecei esta resenha na segunda-feira e terminei hoje) eu achei a resenha do Omelete e com isso achei também um especial sobre o diretor Steven Spielberg. Achei bem interessante os textos. Vale a pena dar uma conferida!
Finalmente, na última sexta-feira, aconteceu a esperada colação de grau, talvez um dos eventos mais marcantes da minha vida. Tudo bem que eu não fui ao baile (achei caro demais pagar por algo que não iria aproveitar), mas a colação valeu pra mim! E também pra minha família mais próxima (mãe, irmão, avó) e pros meus colegas (tanto os de faculdade quanto os que foram me ver lá). E aproveitei a ocasião para testar um novo sistema de postagem de imagens: o Flickr. O primeiro dia usando este site e seus recursos eu achei bem animador (exceto o limite de 100 megabytes por mês, mas em compensação você pode postar muitas fotos. E vou adotar ele como servidor padrão (mas não vou apagar o Photobucket, fora que o Flickr eu achei bem mais sério, e tentarei só colocar fotos e imagens mais profissionais, diferente do Photobucket que tem muita imagem inútil e bobagens. Talvez eu use os dois paralelamente. Vamos ver…).
Aproveitando, vou deixar aqui uma foto minha (do dia da formatura):

Para mais imagens, acessem o álbum:
Flickr - Rodrigo Flausino
Agora vou começar a pensar no meu futuro (pós-graduação, mestrado…tirar a certificação Java, etc etc)
Novo jogo saindo da série Final Fantasy (e pro Nintendo DS, infelizmente…). O jogo vai mostrar o que acontece antes do Final Fantasy XII. E abaixo tem algumas imagens artísticas do game (que achei impressionante. Pena eu não poder ver estes cenários no Final Fantasy XII (já que eu estou nas últimas dungeons do game e sei que estou próximo de zerar o game)). Confira:


Parece que eu vou ter de trocar a minha placa de vídeo! Acabei de ver imagens do novo Tomb Raider: Anniversary. É um remake do Tomb Raider 1, um dos jogos que mostraram a Lara ao mundo e um dos primeiros a usar tecnologia totalmente 3D, o que na época foi uma revolução e tanto! E eu curto demais Tomb Raider (eu até joguei um pouco o Angel of Darkness, mas desanimei um pouco. O jogo é realmente meio fraco). E foi lançado recentemente um remake, usando a tecnologia do Tomb Raider Legend!
Vou parar de falar e postar uma das imagens (abaixo). Visite também a análise do UOL Jogos.

De qualquer jeito os melhores Tomb Raider que curto são o 2 (que devo tentar zerar novamente no PC), o 3 (principalmente as fases de Londres! Muito fera!) e o 4 (com gráficos excelentes no Playstation (e queria ter comprado ele em versão pra PC quando eu tive a chance! Mas acabei vacilando.)).

Finalmente o Blender vai ter um recurso similar ao poderoso Z-Brush! E espero que a nova versão saia logo! Para quem quer ver mais informações, clique aqui.
PS: a imagem original é do hbarone, e pode ser acessada aqui.
Ultimamente, eu vi alguns posts num dos fóruns do UOL Jogos e vi que eles estavam falando de uma série chamada Band of Brothers, uma série de guerra bem realista e que foi encomendada pelo canal a cabo HBO. E to quase querendo baixar a série (e se eu gostar, existe a possibilidade de comprar o DVD da série. Tudo bem que seria muito melhor e mais fácil comprar de uma vez, mas e se eu não gostasse? Seriam 60 reais jogados no lixo (o que eu achava difícil, já que eu gostei muito do filme O Resgate do Soldado Ryan)). Então vi também uma notícia interessante no Omelete:
“Continuação” de Band of Brothers começa em julho
E pela nova série, parece que vai ser referente às batalhas da Segunda Guerra no Oceano Pacífico, e parece que vai ser boa. E vou baixar o primeiro episódio da série antiga (fora a resenha excelente do Omelete), e vamos ver se presta ou não!
Finalmente mais um game eu consegui jogar um pouco mais de tempo e ver alguma coisa. E estamos falando de Splinter Cell, um dos melhores games já desenvolvidos. E, diferente da primeira versão que joguei no PC (e gostei muito do jogo, principalmente nos gráficos e na diversão), eu já tinha noção de que tipo de gráficos que teria nesta versão. E graficamente falando, eu achei o jogo mediano (sei lá, comecei a acostumar com os gráficos do Play 2 e parece que na TV os gráficos ficam um pouco piores do que no monitor… Mas a placa de vídeo influencia nos gráficos.).
Em relação à jogabilidade, é reaprender a jogar. Como estava acostumado com o teclado, usar o controle do Playstation 2 é um desafio à parte, mas com o tempo acabo pegando o jeito.
Em relação ao jogo em si: por estar na primeira missão (e sabia da parte do enredo de antemão), a primeira fase está servindo para mostrar os aspectos básicos da jogabilidade e dos comandos do personagem (através de vídeos onde você executa alguns comandos na hora correta. Eu tento assistir os vídeos várias vezes para pegar o jeito). E vi que existe uma gama muito maior de comandos! Fora os comandos mais cinematográficos (como você ficar preso num cano no teto e catar um cara e enforcar), que achei fera demais (e um pouco mais realista, mesmo alguns comandos serem quase impossíveis de acontecer) e os comandos em grupo (como um cara auxiliar você a subir locais mais altos!).
E vi que você não pode, todas as vezes que ver inimigos, tentar neutralizar eles. Afinal, eles estão fazendo ronda, e se um deles (que possa estar longe) percebe que o outro não responde, aí algo aconteceu. E isso vou tentar colocar no CSIB (o jogo de espionagem que eu quero fazer): nem sempre você pode acabar com os oponentes e esconder o corpo!
Eu parei próximo a uma escada de ferro, e em breve devo voltar a jogar este game!